domingo, 1 agosto 2021
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Saulo FOTO DIVULGAÇÃO

No próximo domingo, 08/12, das 16 às 22h30, será realizado mais um ensaio de verão do cantor Saulo. Dessa vez, o projeto “Saulo, Som e Sol” aporta no Museu de Arte Moderna – MAM, onde o público terá acesso ao melhor pôr do Sol de Salvador e vista privilegiada para a Baía de Todos os Santos.  O anfitrião abrirá a festa com sua apresentação eletrizante para, em seguida, receber o cantor JAU, convidado especial dessa edição, que também fará seu show completo. Saulo, Som e Sol é uma realização da Oquei Entretenimento. Os ingressos já estão à venda no Sympla e Partiu Balada.

Jau fará show completo domingo no MAM foto Matheus Leite

O projeto “Saulo, Som e Sol”, do cantor baiano Saulo, recebe grandes artistas da música nacional, numa celebração de verão. IZA, Alceu Valença, Ivete Sangalo e Olodum já participaram do evento. O artista começou a carreira cantando na banda Chica Fé, em 1996, e logo depois, saiu para comandar a Banda Eva, onde permaneceu durante 11 anos. Em 2013, saiu do grupo e gravou o primeiro álbum ao vivo em carreira solo, Saulo ao vivo.

 

 

A abertura da mostra “Pássaros”  do artista visual Denissena, será aberta nessa quinta[06] na Galeria 3 do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Avenida Contorno em Salvador.

Estreando seu primeiro trabalho individual expondo no MAM-BA, o artista apresenta o seu  poeticamente em 17 produções divididas entre esculturas em ferro, arte digital, graffiti, vídeo e performance.

“Para mim sempre foi um sonho estar no MAM-BA. Como não tenho ligação com um suporte específico, utilizo tudo que posso para me expressar. Qualquer coisa pode se transformar em arte”, contou Denissena.

O artista busca expressar através das linguagens visuais a ideia da liberdade artística e questões de preservação ao meio ambiente. “Quero mostrar que nós todos somos pássaros livres. Menciono a questão ambiental, pois minha relação com a natureza vem desde a infância”, relata Denissena.

A exposição tem por objetivo criar um diálogo entre a arte e o público, buscando atrair para a visitação não só pessoas que já frequentam o museu, mas àqueles que não o conhecem. Para o artista, que também é arte-educador, o analfabetismo visual ainda é muito frequente, e ele pretende contribuir para que isso diminua.

“Além de sentir, quero que as pessoas exercitem a leitura. Acredito na arte e na educação como agentes transformadores. É por este motivo que quero convidar o público que não costuma frequentar as galerias, para que eles criem esse hábito de visitar os museus”, conclui.

Sobre o artista

Autodidata, o baiano Denissena construiu sua história no cenário das artes visuais na Bahia. A partir de 1996, começou a se dedicar às artes plásticas, totalizando 21 anos de carreira. Atualmente cursa pedagogia na Unifacs. Sua relação com a arte e com a vida é maquínica. Não por acaso se autodenomina Operário Cultural, operar a arte e pela arte. Junto com sua produção artística, ele desenvolve um intenso trabalho social. Político, inspira jovens a aceitarem o poder da arte em suas vidas, e os capacita especialmente através da arte graffiti, para se tornarem agentes multiplicadores.

 

Dos muitos trabalhos com jovens que realizou, destacam-se o Projeto Grafipaz, da Universidade do Estado da Bahia, o projeto Promovendo o Direito dos Jovens da UNICEF, além de realizar ações de arte-educação para a UNESCO e integrar a ONG Projeto Cidadão, no Cabula 1. No extenso currículo do artista constam passagens por Nova Iorque, em 2007, onde ficou por dois meses, realizando exposições e workshops em ONGS e universidades e por Angola, cidade que é referência cultural para ele, participou da II Trienal de Luanda em 2010.

Já teve suas obras expostas em Tókio, na Galeria Okioiei também em 2010, e em alguns dos mais importantes espaços culturais de Salvador, como Museu de Arte Moderna da Bahia, com a mostra Presente do Passado, o Museu Udo Knoff, com a mostra Agdás Urbanos, o Conjunto Cultural da Caixa com a mostra Denissena.GraffitiBahia. Realizou performances no Palacete das artes e Solar do Ferrão, além de muitas outras exposições individuais e coletivas.

No desejo de explorar outras linguagens, ilustrou o livro Histórias de Negro, do renomado historiador baiano Ubiratan Castro, trabalho realizado em 2010. Em 2011, realizou a exposição coletiva Sinais Urbanos, onde criou no Conjunto Cultural dos Correios uma sequência de obras em parceria com ex-educandos que tiveram suas vidas alteradas pela ação transformadora da arte.

Em janeiro de 2015, foi convidado através da ITCP – Incubadora tecnológicas de Cooperativas Populares, projeto da Universidade Federal do Paraná, onde realizou oficinas de arte contemporânea com jovens da ilha Superagui e um inusitado workshop de arte graffiti com os índios Guaranis – Povo Originários, localizados na região Guaraqueçaba-PR.

Mais informações pelo site www.denissena.com.

SERVIÇO

Exposição ‘Pássaros’ de Denissena
Quando: Abertura dia 6 de abril (quinta-feira)
Horário: 18h
Onde: Galeria 3 do MAM-BA
Entrada gratuita

A Galeria Luiz Fernando Landeiro participa de forma expressiva da exposição coletiva “Só Cabeças”, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia, com 59 obras de 13 artistas. São representados pela galeria: Anderson AC, Antonio Tarsis, Daniel Lisboa, Daniel Melim, Derlon Almeida, Eva Souza, L.V.C., Luis Parras, Marcelo Daldoce, Raul Zito, Samuca Santos, Tuti Minervino e Zau Pimentel.

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Retrato de Antonio Tarsis
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Máscara Branca by Eva Souza

A mostra coletiva nasceu com a ideia de reunir e cruzar trabalhos de artistas que se propõem a representar cabeças em diversas linguagens e épocas. A partir de conversas de um grupo de artistas sobre a questão da produção de cabeças em suas obras surgiu a proposta de convidar outros artistas baianos, brasileiros e de outras nacionalidades que trabalhassem com a mesma temática.

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Raulzito

As obras apresentam as mais variadas técnicas como vídeo, gravura, pintura, fotografia, escultura, serigrafia, dentre outras. A mostra, que reuni ainda trabalhos do acervo do MAM e da Galeria Paulo Darzé, reunindo mais de 200 trabalhos, em cartaz até o dia 20 de fevereiro de 2017.

 

SERVIÇO:

O QUE: Exposição Só Cabeças – com acervo da Galeria Luiz Fernando Landeiro

VISITAÇÃO: até 20 de fevereiro de 2017 / 19h às 22h

ONDE: Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão

ENTRADA GRATUITA

A partir do dia 19 de abril (terça-feira), obras do artista cearense radicado no Rio de Janeiro, Efrain Almeida, ocupam a Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). A mostra intitulada “Uma pausa em pleno voo” conta com a curadoria de Marcelo Campos e apresenta sete trabalhos do artista, que já passaram pelo Paço Imperial, no Rio de Janeiro, e Centro Cultural do Banco do Nordeste, em Fortaleza (CE).

Marcando os dez anos de encontro entre o artista e o curador, a exposição é composta por esculturas em instalações ou isolada, além de aquarelas e porcelana produzidas entre os anos de 2012 e 2016. Para a itinerância em Salvador, o artista criou diálogos específicos com a arquitetura da Capela do MAM-BA. “O fato de ocupar a Capela cria relações diretas com o interesse do artista pela religiosidade brasileira”, diz Marcelo Campos.

Efrain Almeida_foto divulgação
Efrain Almeida

Uma pausa em pleno voo” era o título do texto que Campos escreveu há anos. “Esta pausa é o momento em que o olhar congela um acontecimento frágil, efêmero. Este foi o ponto de partida para esta mostra, que começou a ser planejada há cinco anos: como o artista potencializa o pequeno gesto em algo poético que é a obra”, declara Efrain Almeida.

Entre as obras expostas consta a instalação “Uma coisa linda”, com 150 pássaros da espécie galos-de-campina, feitos em bronze policromado, distribuídos pelo piso da sala em grupos de unidades variáveis, formando uma cartografia determinada pelo artista. A instalação “10 Hummingbirds”, destaque na ‎Frieze 2015 – uma das mais importantes feiras de arte internacional – em Londres, é composta por dez beija-flores, também em bronze policromado com tintas iridescentes, com tonalidades diferentes, fincados na parede pelo longo bico.

10 Hummingbirds_foto divulgação

Efrain Almeida é natural de Boa Viagem (CE), mas vive e trabalha no Rio de Janeiro. Entre 1986 e 1990, estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna (RJ). Começou a expor em 1987, como integrante do XI Salão Carioca de Arte. Daí em diante, tem mostrado seu trabalho em centenas de cidades do Brasil, Ásia, Europa e EUA.

Plátano Bordallo_foto divulgação

Em “Plátano Bordallo”, o artista reproduz em porcelana um segmento de galho com insetos, instalado de modo perpendicular à parede. Na escultura de um cisne negro, em bronze pintado com tinta acrílica, Efrain foi buscar na memória fabular dos contos de Andersen o simbolismo do cisne que se transforma em princesa.

Cisne Negro_foto divulgação

 

A visitação é gratuita e pode ser feita entre os dias 20 de abril e 03 de julho, de terça a domingo, das 13h às 18h, na Capela do MAM-BA. O Museu de Arte Moderna da Bahia é uma instituição do Governo do Estado e está vinculada diretamente ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), autarquia da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA).

 

SERVIÇO:

O QUE: Exposição “Uma pausa em pleno voo” por Efrain Ameida

ONDE: Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia

VISITAÇÃO: 20 de abril a 03 de julho, terça a domingo, das 13h às 18h

ENTRADA GRATUITA

Vinte e sete obras dos mais expressivos artistas do período modernista da arte brasileira, estarão expostas no Museu de Arte Moderna da Bahia – Mam, a partir da dia 10 de março, na mostra “O Modernismo e o viés baiano”, Na exposição, peças do acervo do museu, de artistas como Djanira Motta e Silva, Cândido Portinari, Alfredo Volpi, Di Cavalcanti, Samson Flexor, Flávio de Carvalho, José Pancetti, Cícero Dias, Aldo Bonadei, Francisco Rebolo, Iberê Camargo, Burle Marx, Jenner Augusto, Mário Cravo Júnior, Genaro de Carvalho e Carybé.

A pintura em óleo sobre tela, “O Touro” (Boi na Floresta), de 1928, da artista paulista Tarsila do Amaral, uma das suas principais obra, fará parte da mostra e com certeza será uma das mais procuradas, justamente por ser a única pintura em coleção pública do Norte/Nordeste.

O vendedor de Passarinhos de Portinari
O vendedor de Passarinhos de Portinari

Para o artista e diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia, Zivé Guidice a exposição inicia a programação de uma série de mostras temporárias do acervo do MAM-BA, onde também serão exibidas obras adquiridas dos Salões de Artes Visuais. “Vamos expor obras de viés figurativo dos grandes artistas modernistas, dar visibilidade à coleção do museu e colocar o público para ter contato com parte do acervo, que durante muito tempo esteve guardado”, diz o novo gestor do MAM-BA.

A mostra pode ser vista gratuitamente, de terça a domingo, das 13h às 18h, no pavimento térreo do Casarão do MAM-BA.

SERVIÇO

 O QUE: Exposição “Os Modernistas e seu viés baiano”

ONDE: Museu de Arte Moderna da Bahia – Solar do Unhão- Avenida Contorno, Salvador

ABERTURA: 10 de março de 2016, às 19h

VISITAÇÃO: 11 de março a 17 de abril de 2016, das 13h às 18h

ENTRADA GRATUITA

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) exibe até domingo(21), na Capela, a mostra Flor de São Miguel, em comemoração ao centenário do gravurista alemão, radicado na Bahia, Hansen Bahia. Na exposição, que conta com livro lançado pela fundação que leva o seu nome,  são expostas 18 obras, sendo 16 gravuras e 02 matrizes, tendo ainda projeção de vídeo e quatro publicações do acervo e documentos originais do artista.

Hansen Bahia

O marinheiro, escultor, pintor e cineasta, Hansen nasceu em Hamburgo em 1915, descobriu o Brasil no final da década de 1950, tendo trabalhado na Companhia Melhoramentos, em São Paulo, depois veio à Bahia, em 1955, onde inicia uma série de gravuras chamada “Flor de São Miguel” com o apoio do escritor Jorge Amado, seu eterno amigo.

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Em terras baianas se naturalizou e recebeu o nome de Hansen Bahia. Estabelecendo-se em São Felix, no Recôncavo Baiano, no início da década de 70. Em 19 de abril de 1978, data de seu aniversário, inaugurou na cidade de Cachoeira a sede provisória de sua Fundação na casa natal de Anna Nery. Pouco tempo depois, faleceu aos 63 anos de idade. Realizou inúmeros trabalhos, entre eles, as ilustrações para as obras de Jorge Amado, Castro Alves, François Villon, Bertolt Brecht e outros.

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Esta publicação tem como finalidade ampliar a divulgação sobre um dos artistas visuais mais importantes do século XX. Os textos são de diversos autores, entre eles, o próprio Hansen e Jorge Amado, no texto de abertura. O leitor verá gravuras que tem um traço específico o que designa as características de Hansen. Além dessa característica técnica, a publicação também mostra um pouco das opiniões de jornalistas e críticos sobre a trajetória do artista”, diz o curador do acervo e museólogo da Fundação Hansen Bahia, Jomar Lima.

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A Fundação é uma das 15 instituições apoiadas pelo Programa de Ações Continuadas de Instituições Culturais, uma iniciativa da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e, em parceria com a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA).

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Behind the Wall é o nome do projeto artístico que a dupla Roney George e Mijntje Strengholt em cartaz a partir de sábado (9) no Museu de Arte Moderna da Bahia. Na mostra, o baiano Roney George convida a holandesa Mijntje Strengholt para darem continuidade ao trabalho colaborativo, apresentado em abril de 2015, em Amsterdã. Aberta ao público e gratuita, a exposição permitirá a visita de um trabalho em desenvolvimento. Será uma “vernissage” informal aberta ao público até o fim do mês de janeiro.

A mostra vai contecer no mesmo formato da edição realizada em Amsterdã, convidando o público a olhar para a prática de dois artistas visuais de diferentes origens, mas ligados pela espiritualidade, expressão figurativa e destemida verve artística. Roney George é fascinado pelo sagrado e profano, já a holandesa Mijntje ficou encantada com a vivência espiritual do Candomblé, ao visitar Salvador.

Música e arte – O objetivo de trazer Behind the Wall para o Brasil é fechar o círculo de influência entre as duas cidades, Amsterdã e Salvador. No dia 15 de janeiro, sexta-feira, a música completa as linguagens artísticas com um pocket show de Jota Veloso, das 19h às 20h, e pouco antes, às 17h, o público poderá desfrutar de um bate papo com o também artista plástico baiano J. Cunha, cuja trajetória artística está diretamente vinculada ao universo afro-brasileiro.

 

Serviço

O quê: MAM Ateliê – Behind the Wall por Roney George e Mijntje Strengholt

Quando: De 09 de janeiro a 14 de fevereiro de 2016

Horário: 13h às 18h

Local: MAM – Museu de Arte Moderna da Bahia

Ingresso: Gratuíto

Academia da Crise: Para Cada Problema, uma Solução?” de 24 de setembro a 08 de novembro no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia por Laís Matos

O Museu de Arte Moderna da Bahia propõe a Academia da Crise: Para Cada Problema, uma Solução?, uma ocupação no Casarão do MAM-BA, iniciando hoje(24) até o dia 08 de novembro, discutindo aspectos e soluções possíveis para todo tipo de crise, por meio de mostra de obras e documentação do acervo, debates, exibição de filmes e oficinas, envolvendo diferentes agentes da sociedade.

“Se um problema pode ser apresentado, então uma solução para ele deve existir”, afirma Marcelo Rezende, diretor do MAM-BA, que questiona: “Como lidar com a crise econômica a partir de sua dimensão humana?”

O público poderá conferir obras de artistas como Ramiro Bernabó (“Escritório”), Maxim Malhado (“Tranca-Rua”), Nino Cais (“Pitoresca Viagem Pitoresca”), Michelangelo Antonioni (“Chung Kuo”), além de documentação do acervo, que relata as relações do Museu em diferentes instâncias e em diferentes períodos, desde os anos 1960.

O projeto é fruto de pesquisas curatoriais e museológicas do MAM-BA, e aborda as experiências baiana e brasileira nas questões que nos afligem hoje e desde sempre. Na sua programação a Academia da Crise propõe diálogos com articuladores de diversas áreas, em processos colaborativos.

A programação completa no site do MAM-BAHIA.


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