sexta-feira, 19 agosto 2022
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Illy

As duas são maravilhosas. Talentosas para caramba, poderosas, gatas, sentimentais e românticas. Illy e Rachel se encontrarão nessa quinta, dia 19 de maio a partir das 19h no palco da Casa Natura Musical em Sampa.

As baianas retadas que já gravaram música e clipe de “Me Veja”, farão duas apresentações empolgantes e com muito suingue para o público paulistano.

A agenda da Casa Natura Musical está bombando. Na sexta, dia 20 quem sobe ao palco será a cantora Zélia Duncan comemorando 40 anos de carreira com show histórico.

Sábado, dia 21 o comando será da cantora Vanessa da Mata celebrando os 5 anos da Casa com show Às Yabás, tendo o domingo, dia 22 as queridas Tasha e Tracie dando a real em seus versos libres e identitários.

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Illy e Marina Sena estão juntas no single e clipe “Quente e colorido”. A canção faz parte do terceiro álbum de estúdio da cantora baiana, “O que me cabe”, com previsão de lançamento para fevereiro. A faixa produzida por Iuri Rio Branco e composta por Marina é pop com células do reggae. O arranjo e a harmonia entre as vozes das cantoras trazem um resultado especial para este encontro que chega com direito a clipe rodado na Bahia e dirigido por Dauto Galli.

As cenas foram rodadas no histórico e abandonado Cine Jandaia e num casarão no Santo Antônio Além do Carmo. “Marina é uma das maiores artistas do Brasil e o primeiro disco dela veio para provar isso. A gente se conheceu no Samba de Fraldas de meu filho, Martim e notei ali que além de uma cantora fantástica ela era alto astral”, conta Illy. “Antes disso, eu já tinha me apaixonado também pela compositora que ela é. Rimas fáceis, versos modernos e um jeito especial de falar sobre relações”, opina.

O encontro artístico entre as duas iria acontecer em 2020, num show de Illy em Belo Horizonte com participação de Marina que foi adiado por conta da pandemia. A relação continuou e em busca de repertório pro seu álbum, a baiana se encantou por “Quente e colorido”. “Illy é chique demais. Uma cantora super interessante e fiquei feliz quando ela falou que ia gravar minha música no disco. Acho legal que as pessoas me vejam também como compositora”, afirma Marina.

“Depois, fiquei ainda mais feliz quando ela me convidou pra cantar junto. Gravamos as vozes e filmamos o clipe numa vibe deliciosa e ainda passamos dias inesquecíveis em Salvador”, lembra. O resultado deste encontro acaba de chegar às plataformas de música através do selo Alá com distribuição da Altafonte.

 

Lucas Felix traz ritmos genuinamente brasileiros no seu mais novo EP, “*Convite*”. E junto ao cantor e compositor niteroiense, estão importantes nomes da nossa música. Mariana Aydar, Lucy Alves, *Illy*, Mestrinho e Letieres Leite formam o time de participações especiais no álbum produzido por Fábio Lessa, disponível através da Ditto. Convite também chega na versão audiovisual com um vídeo ilustração da faixa homônima.

Com Mariana, Lucas canta a faixa-título do EP, canção feita por ele em parceria com Iolme Lugon e Gabriel Luz, de onde nasceu toda a ideia do projeto. Até por isso, ela já apresenta o balanço, a sonoridade fincada na MPB, a temática e a assertividade na escolha dos duetos, presentes em todo o resto de “Convite”. Um clipe ilustrado feito pela Jangada acompanha o lançamento.

Em meio a tantas emoções, durante a produção do EP, o jovem artista realizou o sonho de gravar com Letieres Leite. Meses depois e antes mesmo deste lançamento, nossa música perdeu o maestro, que deixou um legado indiscutível e um arranjo excepcional para a faixa que encerra o EP, “Corda bamba”. “Balanço que o tempo carrega na corda bamba”, diz o refrão.

Aliás, as inspirações em referências como Gilberto Gil e Caetano Veloso, fazem com que Lucas Felix se aproxime bastante da Bahia no seu EP. “Mar de flores”, com participação de Illy é prova disso. Um ijexá gostoso que a faz a gente balançar já nos primeiros acordes.

O sotaque do Nordeste está presente em “Convite” também na bela releitura de “Lua e Estrela”, ao lado de Lucy Alves, assim como na saudosista “Saudade é tempero de vó”, com a elegância de Mestrinho. Em ambas, Lucas mostra que a música regional de lá é de suma importância para sua construção artística.

“É um EP que tem baião, forró, ijexá, MPB e que mostra como a música brasileira pode conversar de diversas maneiras, sendo permeado harmonicamente em diferentes caminhos ao mesmo tempo que se tem uma unidade. Estou muito orgulhoso e feliz com o resultado”, comemora Lucas.

Illy encerra hoje seus lançamentos de 2021 com “Revéillon”, canção inédita de Chico César que fará parte do terceiro álbum de estúdio da cantora baiana, “O que me cabe”. Para produzir a faixa, Illy convidou o santamarense Paulo Mutti, que aproveitou da sua vivência no Recôncavo para criar um arranjo de reggae baiano clássico.

A letra conta sobre uma história de amor às vésperas da festa de fim de ano. “Traz o melhor de mim é quase Réveillon. Sem culpa de ser assim, aqui bem ao seu lado, a dor ali é nada, alienada nesta luz”, diz um trecho. A faixa é a sexta apresentada por Illy do novo disco com lançamento previsto para fevereiro e que terá as participações de Adriana Calcanhotto, Erasmo Carlos e Marina Sena.

“Estou muito ansiosa e com esperança que tudo realmente melhore no ano que vem. E essa música traz essa vibe gostosa pra esquecer um pouco dos problemas e dar um mergulho no mar da Bahia”, diz Illy. Eu adoro cantar reggae e este se tornou muito especial para mim. Mais um presente do maravilhoso Chico César, poeta que eu tanto admiro e mais uma faixa dançante de um disco levantando que está sendo finalizado com todo capricho”, conclui.

“Réveillon” tem mix do lendário Michael Brauer, master de André T e foi gravada por Paulo Mutti (guitarras, teclados e backing vocal), Alberto Continentino (baixo), Cesinha (bateria), Leonardo Reis (percussão) é Bruna Costa (backing vocal).

OUÇA

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Um dia assim de sol
Vivido com você
É o que me faz viver
Olhando o lado bom

Curtindo a Cor do Som
Regando a flor do ser
Sentindo florescer
O dom que tem o sim

Traz o melhor de mim
É quase Réveillon
Sem culpa ser assim
Aqui bem ao seu lado
A dor ali é nada
Alienada nessa luz

Ficha técnica
Composição – Chico César Illy – Voz Cezinha – Bateria Leonardo Reis – Percussão Alberto Continentino – Baixo Paulo Mutti – Guitarras, Teclados, Backing Vocal Brina Costa – Backing Vocal Paulo Mutti – Produtor Musical
Foto: Roncca

Um ijexá moderno com versos chicletes, cheio de atitude e cantado por duas das vozes mais incensadas da música contemporânea baiana. Assim é “Me veja”, novo single de Rachel Reis que conta com a participação de Illy.

Nele as duas se jogam num romance de verão, pouco importando se ele vai durar um dia ou a vida inteira. O lançamento acontece através do selo Alá com distribuição da Altafonte e ganhou clipe dirigido por Maria Mango da Marias Filmes.

Nas cenas ambientadas nos anos 90, Rachel e Illy se aprontam para fazer valer o carnaval. Tudo com as cores e o suingue da Bahia, destacado no arranjo produzido por Cuper. Ele também é parceiro de Rachel (assim como Zamba) no primeiro EP da cantora, “Encosta”. Inclusive, “Maresia”, a última faixa lançada, já se tornou um sucesso na cena local.

Acho que ‘Me veja’ dialoga bastante com as faixas que já lancei. A ideia dela é falar sobre a importância de apreciar os momentos, mesmo os que passam logo”, afirma a cantora e compositora de Feira de Santana. “Tudo ficou com uma energia bem específica de Carnaval e eu fiquei feliz demais com o resultado”, opina.

Rachel afirma que a voz de Illy serviu para abrilhantar ainda mais “Me veja”. “Admiro muito o trabalho de Illy e a vibe musical que ela traz bate muito com a minha. Deu match!”, garante. Illy também diz estar muito feliz com o dueto. “Rachel tem tocado sem parar lá em casa. Ela é de fato uma das melhores coisas que estão acontecendo na cena baiana e cantar esta faixa ao lado dela me enche de alegria”, afirma.

 

Illy naturaliza a vontade sexual feminina em “Você só quer me comer”. A faixa produzida por Marlon Sette e Pepê Monnerat é inspirada no pop dos anos 80 e chega hoje aos aplicativos de música através do selo Alá e distribuição da Altafonte. O lançamento é acompanhado por um clipe sensual e cômico dirigido por Dauto Galli.

Nele, Illy doma um touro mecânico em formato de pênis, degusta cupcakes de vaginas e é a estrela do seu próprio programa. A letra, criada por Jarbas Bittencourt (um dos compositores de Djanira), também traz pitadas de humor e um refrão chiclete com jeitão de hit.

A interpretação de Illy é sexy, engraçada e arrebatadora. Um super time com nomes como Michael Brauer na mix, Davi Moraes nas guitarras, Alberto Continentino no baixo e o próprio Marlon traz ainda mais brilhantismo para a faixa.

“Acho importante ser mãe de uma criança de um ano e falar sobre a vontade sexual feminina. Parece até piada, mas ainda tem gente que acha que a mulher não passa vontade, que uma mãe não pode desejar ou ser desejada”, enfatiza a cantora. “‘Você só quer me comer’ é pra ficar ecoando na cabeça da sociedade ao mesmo tempo que é para se jogar nas pistas”, afirma.

Illy tem lançado um single por mês até o momento do álbum completo, no final de janeiro, e “Você só quer me comer” é a grande aposta da cantora para o verão.

Direção
Dauto Galli
Assistente direçao
Mina Moura
Direçao de fotografia
Marcelo brito
1• Assistente de camera
Jero Joffre
2• assistente de camera
Gabriel Lima
logger
Gelson Ribeiro
Chefe de eletrica e maquinária
Emerson Guiu

1° assistente de elétrica
Kikito
1°assist. De maquinária
Alisson
2° assist. De eletrica
Junior
Produção
Lorena Hetzringer
Styling
Karen Urpia
Assistente de styling
Petra Virgo
Direção de arte
Mariana Ayumi
Assistente de arte
Clara Matos
Make up
Erich Gutmann
Edição
Glauco Pedro de barros
Motion
Pedro de barros
Colorimetria
Rafa Pereira
Elenco
Regina Moura
Dançarinas
Agatha Simas Flávia Rodrigues Luiza Agra Tuane Carvalho Lua França Val Ribeiro
Realização
Alá Comunicação e Cultura
Distribuição
Altafonte
Gravado nos estúdios
Rocinante e André T
Ficha técnica:
Composição Jarbas Bittencourt
Illy: voz.
Alberto Continentino: baixo.
Rodrigo Tavares: teclados.
Leonardo Reis: percussão.
Davi Moraes: guitarras.
Diogo Gomes e José de Arimateia: trumpete e fluggel.
Gilberto Pereira: sax alto, tenor e flauta.
Sylvia Guida: cordas
Marlon Sette: trombone, teclados, programação e arranjo
Programação: Pepe Monnerat.
Programação 2: Bráulio Passos
Produzido por Marlon Sette e Pepe Monnerat, mixado por Michael Bauer por Threee M bros. Productions
Master: Ricardo Garcia.
Gravado por Pepe Monnerat e Bráulio Passos
Produção Executiva: Miguel Lavigne

Foto Illy por Milena Palladino

“Ninguém manda no meu coração”. Este é o recado e título do novo single de Illy, que chega hoje em todos os aplicativos de música. A faixa composta por Ronaldo Bastos e Ed Wilson– mesmos autores de “Chuva de Prata” – foi produzida por Kassin e estará em “O que me cabe”, terceiro álbum de estúdio da baiana.

A letra exalta o orgulho feminino, critica a prática do manterrupting, ao mesmo tempo que narra a realidade de uma verdadeira história de amor. “Quando ouvi os dois primeiros versos desta música, já decidi gravá-la. Para um álbum que canto sobre sentimentos que cabem em mim ‘Ninguém manda no meu coração’ é certeira”, afirma Illy.

Kassin trouxe ares pop e moderno com referências em gravações do fim dos anos 70 para o single. Um solo de sax de Léo Gandelman traz ainda mais brilho para o resultado da gravação feita por Mackson Kennedy na guitarra, Marcelo Costa na bateria, Danilo Andrade nos teclados e o próprio Kassin no baixo.

OUÇA

Foto Roncca

Illy escolheu o início da primavera para lançar o single, “O Conteúdo”. A faixa faz parte do seu terceiro álbum de estúdio, “*O que me cabe*”, com previsão de lançamento para o início de 2022. Composta nos anos 70 por Caetano Veloso, a música ganhou arranjo de Marlon Sete com ares pop e tropical. O lançamento ficou a cargo selo Alá com distribuição da Altafonte.

“É engraçado como uma canção feita há tanto tempo por outra pessoa pode falar tanto sobre mim. A letra traz paisagens que vivi, coisas que ouvi, referências que tenho e um amor que vivo. Tudo numa pegada alto astral que eu pessoalmente estou absurdamente necessitada”, desabafa Illy.

“Apesar de ser tudo tão pessoal, acredito que as pessoas vão gostar de viver essa minha história comigo”, torce.

Para a faixa, Illy uniu um time de músicos de excelência com Davi Moraes(guitarra), Alberto Continentino (baixo), Rodrigo Tavares (piano), Cesinha(bateria), Leonardo Reis(percussão) e o próprio Marlon Sette (trombone).

“O resultado ficou do jeito que eu gosto. Cheio de suingue e bem Bahia”, comemora a cantora que a cada mês promete soltar uma track do álbum novo.
Em julho Illy começou a disponibilizar seu álbum novo com o arrocha moderno “O que me cabe”, uma composição de Adriana Calcanhotto. No mês seguinte, lançou em parceria com a própria Adriana, uma versão acústica desta canção. A baiana segue pavimentando seu caminho entre o pop e a MPB, enaltecendo o passado, cantando a contemporaneidade e fincada no futuro.

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Foto Roncca

 

O violão de Cézar Mendes dá o tom inicial para o encontro das vozes de Illy e Adriana Calcanhotto na versão acústica de “O que me cabe”. O single chegou hoj, quinta-feira, 5 de agosto, através da parceria dos selos Alá e Xirê com distribuição da Altafonte e traz uma leitura intimista da faixa-título do terceiro álbum de estúdio da cantora baiana.

Produzida por Cézar e Marcelo Costa – que também traz a elegância da sua percussão para a gravação – “O que me cabe” ainda tem piano de Dadi Carvalho e baixo acústico de Gabriel Loddo.

Uma banda azeitada que serve de cama para o desfile das belas e profundas interpretações das cantoras. A capa do single, feita com arte de Fernanda Queiroz, faz alusão à do álbum “*A fábrica do poema”. Um visualizer, também assinado por Fernanda, acompanha o lançamento.

“Quando Adriana mandou a música tocada só no violão, me apaixonei de primeira. Decidi que seria o nome do disco e que iria gravar com ares de arrocha futurista para ter unidade com o resto das faixas, que serão solares”, revela Illy.

“Mesmo encantada pelo arranjo trazido por Guilherme Lirio, aquela gravação intimista com a voz de Adriana não saia da minha mente, por isso decidi convidá-la para essa espécie de faixa bônus do álbum”, justifica.

O convite foi aceito de bate-pronto por Adriana, que já havia adorado a gravação de “Pelos ares” feita por Illy para o disco “Nada ficou no lugar”, com nomes da nova cena interpretando suas canções.

“Uma maravilha isso tudo. Fiquei super feliz que esta música entrou e dá nome ao novo disco da Illy”, afirma.

Adriana lembra que compôs “O que me cabe” em Portugal, inspirada num encontro com o músico Gabriel Muzak. Surpresa em encontrá-lo num estúdio em terras lisboetas o indagou sobre o que fazia ali. “Ele me respondeu: ‘vim pra ver’ e achei aquela frase maravilhosa. Voltei para o hotel e passei os três dias seguintes criando uma canção em torno disso”, lembra a gaúcha.

Illy planeja lançar um single por mês até janeiro de 2022, quando apresentará o álbum completo com 13 faixas produzidas por diferentes nomes. Ana Frango Elétrico, Baco Exu do Blues, Gabriel Loddo, Iuri Rio Branco, Kassin, Marlon Sette, Moreno Veloso, Paulo Mutti e Pupillo compõem o resto do time.

 

“No espelho dor. No escuro dor. No silêncio dor. Dói a felicidade”. Os versos de “O que me cabe”, single que Illy lançou hoje (15), são extremamente sofridos, fazendo a faixa ser uma daquelas de cortar o coração. Justamente por isso, a baiana escolheu o universo do arrocha para ambientar o cartão de visitas do seu terceiro álbum de estúdio.

Composta por Adriana Calcanhotto e produzida por Guilherme Lirio, a faixa chega nos aplicativos de música através do selo Alá com distribuição da Altafonte. Até o final do ano, a cantora planeja lançar um single por mês. O álbum completo está previsto para o início de 2022.

“Cada palavra da letra desta música dói lá no fundo. Por isso a gente pensou em trazer pra sofrência, com células da bachata e inspiração no arrocha da Bahia, mais especificamente em Silvanno Salles”, conta Illy.

” É difícil realizar que Adriana fez uma música para eu gravar. Achei ela tão linda que prontamente virou título e deu todo o rumo do disco”, adianta.

O projeto tem direção artística da própria Illy, que escolheu 11 diferentes produtores para as 13 músicas. Além de Lirio, Ana Frango Elétrico, Iuri Rio Branco Kassin, Marcelo Costa, Guto Wirti, Pupilo, Moreno Veloso, Gabriel Loddo, Paulo Mutti* e Marlon Sette compõem o time. A mixagem fica por conta de Michael Brauer, engenheiro de som que tem no currículo nomes como Aretha Franklin, Rolling Stone e Coldplay.

OUÇA

FICHA TÉCNICA
Voz: Illy
Baixo, guitarras, programação, percussão eletrônica, sintetizadores, teclados e edição – Guilherme Lirio
Gravado em Casa de Lirio e Estúdio T
Mix: Michael Brauer
Master: Edu Costa

foto Roncca


SA Agência Digital