sábado, 16 outubro 2021
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Ile Aiye

Tem estreia hoje, 20h, no canal do Ilê Aiyê no YouTube, o evento “Curuzu Affrofuturista”. A programação de hoje é a mesa de conversa “O Poder da Música”, com os artistas Larissa Luz e Japa System e mediação do músico e professor Mário Pam. Já amanhã, o tema do encontro é “Artes e Estéticas”, tendo como convidados a escritora Diane Lima e o roteirista de audiovisual Marcelo Lima, com mediação do produtor de conteúdo e podcaster Edgar Igor.

Os dois momentos giram em torno da reflexão sobre a existência negra nas artes, na política, nos mais diferentes espaços a partir do encontro entre tradição, tecnologia, ciência e inovação. Como pano de fundo dos debates está o Afrofuturismo como movimento estético, cultural e social, que se afirma a partir de perspectivas negras, mirando num futuro onde pessoas negras existem e são diretamente responsáveis pelo mundo em que vivem

“o Ilê Aiyê deseja fortalecer esse conceito, abordando temas como racismo, liberdade de expressão, empoderamento e projeção de futuro, problematizando questões históricas, econômicas e sociais dos negros”, comenta Antônio Carlos Vovô, presidente da entidade.

Hoje, logo mais às 20h, na mesa “O Poder da Música”, as abordagens serão em torno da música como instrumento fundamental para colocar a experiência negra como central nas narrativas construídas pela arte. A ideia é especular sobre o futuro e o passado, aplicando na produção musical a junção de elementos tecnológicos e futuristas perpassados de ancestralidade e cultura negra.

Diane Lima

Já amanhã, na mesa de conversa “Artes e Estéticas”, as vivências dos participantes irão embasar uma discussão será sobre a importância de contar novas histórias que não invisibilizem o negro nas artes e no seu dialogo na luta pela representação em qualquer forma de futuro.

Ainda neste mês de abril, nos dias 15 e 16, o bloco Ilê Aiyê realiza, no mesmo formato de mesas de conversa, o evento “Curuzu do Mundo”, com o tema Turismo Étnico Cultural. Os participantes irão se dedicar a discutir o assunto a partir das experiências e potencialidades do bloco e da sua comunidade. Os temas das duas mesas são “Experiência Turísticas Afro Culturais” e “O Turismo que fortalece a Identidade Negra”.

“Curuzu Afrofuturista” é uma realização do Ilê Aiyê e da Caderno 2 Produções, com patrocínio do Governo do Estado por meio da Bahiatursa.

 

SERVIÇO:

CURUZU AFROFUTURISTA

 

Mesa 1 – O Poder da Música

Dia: 08/04 (quinta-feira)

Horário: 20h

Convidados: Larissa Luz e Japa System

Mediador: Mario Pam

Onde: Canal do Ilê Aiyê no YouTube

 

 

Mesa 2 – Artes e Estéticas

Dia: 9/4 (sexta-feira)

Horário: 20h

Convidados: Diane Lima e Marcelo Lima

Mediador: Edgar Igor

Onde: Canal do Ilê Aiyê no YouTube

 

PARTICIPANTES:

LARISSA LUZ – Cantora, compositora, curadora, produtora, ativista, atriz e empresária, Larissa contabiliza 10 anos de carreira. Período este que serviu para que compreendesse que as possibilidades de expressão e existência são múltiplas e complexas. As mensagens podem chegar, por exemplo, pelos discos Mudança (2012), Território Conquistado (2016) e Trovão (2019. mas também pela maneira como atua ou como faz a curadoria de um festival.  Coube a ela, por exemplo, a curadoria da primeira edição brasileira do festival Afropunk (2020), um dos maiores eventos de cultura negra do mundo.

 

JAPA SYSTEM – O músico percussionista integra, desde 2013, a banda BaianaSystem, com a qual já participou de diversos festivais em países como Japão, Chile, Dinamarca, Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos, além do Lollapalooza e Rock in Rio no Brasil. Com a banda, ganhou, em 2017, o 28º Prêmio da Música Brasileira e, em 2019. o Latin Grammy. É criador da “Nave System”, setup musical criado que utiliza instrumentos eletrônicos e orgânicos para criação de possibilidades de comandos percussivos, que só seriam possíveis através de uma ampla quantidade de instrumentos

 

MARIO PAM – Professor de música e regente da banda do bloco Ilê Aiyê, Mário Pam desde a sua infância se encantou pela arte percussiva. Formado em Licenciatura em Música pela Universidade Católica do Salvador e mestrando na UFBA, hoje ministra aulas de percussão e palestra em Universidades, ONGs, escolas públicas e privadas, assim como para diversos grupos da Europa e Estados Unidos. Atualmente coordena a Associação Cultural Tambores do Mundo, que há treze anos reúne percussionistas de todo mundo para um intercâmbio musical e cultural em Salvador durante o Carnaval, além de promover ações sociais em comunidades de Salvador.

DIANE LIMA –Diane Lima é escritora, curadora independente e uma das principais vozes feministas negras na arte contemporânea brasileira. Vivendo entre São Paulo e Salvador, atualmente é co-curadora de Frestas – 3ª Trienal de Artes do SESC-SP e das exposições monográficas do artista Paulo Nazareth, na Pivô em São Paulo, e de Stella do Patrocínio no Museu Bispo do Rosário no Rio de Janeiro. Seus textos, tanto críticos quanto autobiográficos, documentam a história de uma estética radical negra contemporânea a partir de uma prática curatorial em perspectiva decolonial e feminista negra nas Américas.

MARCELO LIMA – Roteirista de audiovisual e HQs, Marcelo é Doutor em Comunicação pela UFBa, com pesquisa sobre Dramaturgia de Séries Animadas Serializadas. É professor de roteiro na Estação do Drama (UFBa), narrAtiVas (Benditas) e na Pequena Oficina de Dramaturgia (Funceb/Calendário das Artes). Escreveu a série animada Auts (PlayKids/TVE/TV Cultura); cocriou a série animada Pequenos Narradores, em finalização para a TV Aratu; e é cocriador da série animada Galera da Praia (Griot Filmes/Projeto Tamar), entre muitas outras produções No âmbito acadêmico participa das pesquisas “História da Animação na Bahia” e “Vários Mundos, Uma Bahia – um estudo sobre a construção de Mundos Ficcionais nas Séries Baianas”.

EDGAR IGOR – Edgar Santos é diretor de arte há quase 20 anos, colecionador de quadrinhos, podcaster e produtor de conteúdo. Seus trabalhos carregam referências da cultura pop como o cinema, games e claro, HQs. Sempre inquieto, além de trabalhar criando para empresas nacionais, foi professor universitário e hoje está à frente de uma produtora de podcasts chamada Omiró”.

Larissa Luz por Caio Lírio

Val Benvindo, Mariana Jaspe e Dan Ferreira com o Ilê Aiyê

A Casa Mar, um projeto da MAP Brasil, é um espaço de pluralidade, conexão, protagonismo negro e LGBTQI+ que chega a Salvador, a partir deste mês de fevereiro, e traz o conceito de hub de cultura, influência e tecnologias criativas para um casarão que fica localizado no tradicional Largo de Santana, no bairro do Rio Vermelho.

O lançamento será com o Circuito MAR, que conta com apresentação de Val Benvindo, direção de Mariana Jaspe, Dan Ferreira e uma programação diversa e que traz artistas já conhecidos do público baiano para apresentações únicas no Carnaval.

Com o cancelamento da folia por conta da pandemia de Covid-19, o Circuito MAR promete manter a alegria do público que poderá curtir de casa. Além de ser um suporte para artistas e profissionais do carnaval que estão impossibilitados de exercer suas atividades no momento.

Os shows estarão disponíveis no canal da Casa MAR no YouTube, no sábado (13) e domingo (14) – final de semana oficinal da folia.

O Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, conhecido por sua tradicional saída no sábado de Carnaval, será a primeira atração do Circuito Mar e não deixará o dia tão importante passar em branco. A BATEKOO, movimento cultural de afirmação da negritude através da música, da dança e moda, fará uma participação no show, que traz sucessos já conhecidos do público.

“Ficamos muito felizes com o convite, principalmente por esta ser a nossa única apresentação durante esse carnaval tão diferente”, afirma Iracema Killiane, vocalista do bloco.

Já no domingo, dia do tapete branco passar pela Avenida, o Circuito Mar receberá os Filhos de Ghandy, com repertório que mescla cânticos de candomblé e clássicos da MPB. Logo depois é a vez do cantor e compositor Gerônimo convidar um dos grandes nomes da nova geração da música baiana, a cantora Nara Couto, fechando a grade de atrações.

“Não vamos desistir nunca, a cultura do Brasil é o nosso carnaval”, afirma o compositor de “É D’Oxum”.

O Circuito Mar vai ainda promover a única ação de sustentabilidade e inclusão socioeconômica para cooperativas de reciclagem neste período, através da realização de um circuito para coleta de embalagens em locais de grande geração, como bares e restaurantes.

“A ação dá continuidade ao trabalho que realizamos junto com a MAP, One Stop e as cooperativas no carnaval 2020, quando coletamos 162 toneladas de materiais recicláveis e promovemos a geração de R$ 1 milhão em renda”, explica Saville Alves, sócia da SOLOS, co-realizadora da iniciativa sustentável.

O projeto vai também doar resíduos têxteis para que costureiras, que chegam a ter 30% da renda familiar anual dependente do trabalho no carnaval, confeccionem bonecas, que serão entregues a crianças de creches e comunidades de Salvador.

SERVIÇO
O quê: Circuito MAR
Quando: 13 de fevereiro, às 21h – Ilê Aiyê recebe BATEKOO
14 de fevereiro, às 13h – Filhos de Gandhy
14 de fevereiro, às 19h – Gerônimo recebe Nara Couto

Onde: Canal da Casa MAR no YouTube

Em parceria com os blocos Cortejo Afro, Ilê Aiyê, Malê Debalê, Muzenza e Olodum, a agência de comunicação CRIATIVOS (@criativos.pr) presenteia no mês de fevereiro, artistas, jornalistas, influencers e personalidades com abadás e tecidos que fizeram história nas ruas e avenidas de Salvador.

Os presenteados terão acesso a uma playlist exclusiva com sucessos carnavalescos, além de fantasias, drink oferecido pelo Bombar, cupom de desconto para pedidos do Sushi Real no app Rappi, e ainda aquela energia extra com Red Bull, tudo para que a festa seja completa, ainda que em casa.

“Unir a força e a identidade dos blocos afro de Salvador, alertando para a atenção que a nossa população precisa ter sobre sua importância histórica e cultural, foi o que nos motivou a criar essa ação. Entendemos que o momento não é de ir às ruas, mas não podemos deixar que nossa identidade fique ofuscada nesta data tão importante para baianos e turistas”, destaca Rodrigo Almeida, diretor da CRIATIVOS.

À frente de projetos, assessorias e ações de relacionamento que fortalecem e estimulam a memória, diversidade, resgate histórico e inclusão sócio-política, a CRIATIVOS acredita que esta ação trará um pouco de alegria e esperança para um amanhã mais leve. “O povo baiano é sinônimo de força e perseverança, é alegria mesmo diante de todas as dificuldades do dia a dia. Por isso, nada mais justo que levar o festejo do carnaval para casa dos nossos amigos e parceiros, unindo a euforia do carnaval à luta e resistência dos Blocos Afro”, explica Rafaela Pinto, coordenadora de relacionamentos estratégicos da agência.

SOBRE A AGÊNCIA CRIATIVOS

Sediada no Rio Vermelho — Rua João Gomes, Sobrado Praça e Esquina, nº 88, sala 12 — a CRIATIVOS é uma agência de comunicação, que trabalha marcas e empreendedores nos pilares de “Relacionamento Estratégico” e “Assessoria de Imprensa”. Atualmente a agência conta com os profissionais Rodrigo Almeida – Diretor; Rafaela Pinto — Coordenadora de Relacionamentos Estratégicos; Thainá Pita — Supervisão de Pesquisa; Luma Bragança — Estagiária de Relacionamento com a Imprensa; Victoria Dowling — Estagiária de Social Media; e Emanuel Lima — Design.

Para mais informações ou contato comercial, acesse a página da CRIATIVOS www.criativospr.com.br ou a página do Instagram @criativos.pr.

Tradição do bloco afro Ilê Aiyê, com 46 edições tendo sido realizadas anualmente e de forma ininterrupta, o Festival de Música Negra (FMN) dribla as limitações do isolamento social e realiza a sua 47ª edição com todas as etapas online.

As inscrições já estão abertas, no site, e vão até 19 de fevereiro. Os candidatos devem escolher se inscrever na categoria Tema ou Poesia e anexar um áudio ao final do processo.

As canções serão avaliadas por uma comissão julgadora, que pode escolher até oito canções de cada categoria para a final. As 16 músicas finalistas terão divulgação prévia em áudio e apresentadas ao público por seus intérpretes em Live do FMN no dia 14 de março (domingo), diretamente da Senzala do Barro Preto. O público cativo do Ilê Aiyê poderá torcer pelos candidatos em tempo real e ainda dançar de casa com as batidas do samba afro.

 

Aberto a compositores de todo o Brasil, o Festival de Música Negra do Ilê Aiyê busca a preservação e a divulgação da música de matriz africana. A ideia é que as canções vencedoras possam vir a integrar o repertório da Band’Aiyê, seja no Carnaval como em outros eventos. Quem acompanha os festivais passados do bloco sabe que muitas das canções hoje presentes nos seus shows são oriundas dessa seleção.

 

Nesta edição, o FMN irá premiar com os valores de R$ 5 mil, R$ 4.500 e R$ 4 mil os três vencedores, respectivamente, da categoria Tema; e com R$ 4.500, R$ 4 mil e R$ 3.500 os três vencedores, respectivamente, da categoria Poesia. Os vencedores também receberão o Troféu Pássaro Preto, com tamanhos diferentes, a depender da posição de cada música.

 

O tema escolhido pelo Ilê Aiyê em 2021 é “Meu Coração é a Linha 8 – Liberdade”, propondo um mergulho nas suas raízes, no bairro onde nasceu, cresceu e vive. É nesse universo singular de um dos bairros mais populosos e de maior população negra de Salvador, a Liberdade, que os compositores que optarem pela categoria Tema deverão se debruçar.

 

Uma apostila sobre o Tema está disponível no site do festival. O material inclui informações sobre a história do bairro, suas escolas de samba e batucadas, terreiros de candomblé, ruas e praças, passando pelo nascimento do Ilê Aiyê e do Muzenza, além de depoimentos de moradores, personalidades e historiadores.

 

“O Festival se constitui numa importante atividade artístico-cultural no processo de contar e cantar a história de reinos, países, personalidades, fatos, cultura e religiosidade africana e afro-brasileira, quase sempre invisibilizadas nas nossas escolas e em nossa memória. A mesma apostila que produzimos com o tema de cada Carnaval é utilizada nas escolas Mãe Hilda e Band’erê durante o ano letivo”, realça um dos coordenadores do festival de música, Sandro Teles.

 

O 47º Festival de Música Negra do Ilê Aiyê tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

Acontece neste sábado (4) uma das mais importantes realizações anuais do bloco afro Ilê Aiyê, a Noite da Beleza Negra. Este é 38º ano consecutivo do disputado e emblemático concurso, reunindo 15 mulheres negras baianas para concorrem ao título de Deusa do Ébano. O espetáculo começará às 21h, com direção artística de Elísio Lopes Jr. Entre as mais esperadas atrações da noite está a cantora Daniela Mercury.

A 38ª Noite da Beleza é uma realização do Ilê Aiyê e Caderno 2 Marketing e Produções, com o patrocínio da Bahiatursa, Governo da Bahia e apoio da TVE, Secretaria de Comunicação do Governo do Estado e Air Europa.

Elísio Lopes Jr., adianta que, durante o espetáculo, a força da mulher negra será evocada como forma de falar do poder de resistência do Ilê Aiyê que, aos 43 anos, passa por uma crise financeira sem precedentes. “Vamos abordar a valorização da mulher negra na sociedade, dividida pelo passado, presente e futuro. Elas são ícones de luta e, por isso, falaremos delas. O público poderá conferir um espetáculo com força política e com direito a denúncia e protesto”, diz ele.

A potência negra feminina, como não poderia deixar de ser, terá grandes representantes no palco: as cantoras Larissa Luz e suas bailarinas, Nara Couto, Ana Mametto, Tainah, Juliana Ribeiro, Danny Nascimento, a atriz Denise Correia, todas acompanhadas pelo multiinstrumentista Jelber Oliveira. Além de Mãe Jaciara, ícone da luta contra a intolerância religiosa.

Durante o espetáculo, as candidatas mostrarão a sua graça e desenvoltura na dança afro e também desfilarão em trajes casuais com direito a clipes exibidos por um telão. Aos jurados, também está a missão de eleger uma candidata ciente da missão que a Rainha do Ilê tem de levar ao público todo encanto e consciência que a mulher negra necessita para elevar sua auto-estima e senso crítico.

Banda anfitriã da casa, a Band’Aiyê agitará a noite com músicas que exaltam a trajetória do mais belo dos belos, mesclando antigos e novos sucessos. Estrela das mais esperadas da festa, Daniela Mercury subirá ao palco após o anúncio da grande vencedora do concurso, aquela que, aos olhos dos juri, saberá carregar a coroa de Rainha do Ilê no ano de 2017. A cantora promete uma apresentação à altura da ocasião.

A noite terá como apresentadores os veteranos Arany Santana (diretora da Entidade) e Sandro Teles e, estreando, Val Benvindo, representando a nova geração do Bloco Ilê Aiyê.

As performances de dança são assinadas por Zebrinha e Edeise Gomes, com assistência de Edilene Alves. Já as coreografias do corpo de baile do bloco são criação de Edilene Alves e Ala de Dança do Ilê Aiyê. A direção musical é de Jarbas Bittencourt, o cenário, de Renata Mota, iluminação de João Batista e a produção artística de Clarissa Torres.

Para a grande noite, a estilista do Ilê Aiyê, Dete Lima, assina o figurino da Band’Aiyê e dos apresentadores, sendo os trajes dos demais artistas criações de Carol Barreto e Madá Negrif. A produção de moda está a cargo de Carine Cedraschi.

As três primeiras colocadas do concurso receberão prêmios em dinheiro e, como vem acontecendo desde 2015, as princesas – vencedoras do 2º e 3º lugares – também desfilarão, junto com a Rainha, durante o Carnaval. A campeã acompanhará e representará o Ilê Aiyê em shows dentro e fora do Brasil durante todo o ano de 2017.

Os ingressos para a Noite da Beleza Negra custam R$50 (pista – valor promocional) e R$100 (camarote – valor promocional), e podem ser adquiridos na Boutique do Ilê Aiyê, no Pelourinho, na Senzala do Barro Preto, sede do bloco, no Curuzu, e pela internet, através do site Sympla.

Nesta 38ª Noite da Beleza Negra, o bloco afro Ilê Aiyê conta com a colaboração de diversos profissionais e artistas que estão, gratuitamente – por reconhecimento à luta da entidade pela igualdade racial e pela divulgação da cultura afro-brasileira no mundo -, prestando serviços ou apresentando-se artisticamente para fazer acontecer este que é o maior concurso de beleza e exaltação da mulher negra no Brasil.

SERVIÇO:

– Evento: 38ª Noite da Beleza Negra do Ilê Aiyê (Deusa do Ébano)

– Data: Sábado (4/2)

– Horário: 21h

– Local: Senzala do Barro Preto – Ladeira do Curuzu

– Preços: R$ 50 (pista – valor promocional) e R$ 100 (camarote – valor promocional);

– Pontos de venda: Boutique do Ilê Aiyê (Pelourinho) e Senzala do Barro Preto (Curuzu).

Um dos blocos afro mais tradicionais do Brasil, o Cortejo Afro realiza Pré-Reveillon, nesta segunda-feira (26), a partir das 21 horas, na Praça das Artes – Pelourinho, em Salvador, recebendo a cantora e atriz Larissa Luz e o bloco Ilê Aiyê para participações especiais.

Durante a apresentação, a banda Cortejo Afro mostrará a batida percussiva que a diferencia das demais, por apresentar uma mistura de ritmos africanos, mesclados a batidas eletrônicas, músicas latinas, a MPB e ao Pop.

Meu Sexo e Bonecas Pretas, canção de Larissa e Pedro Itan, que ganhou clipe lançado recentemente, serão algumas das canções integrantes do álbum Território Conquistado, que farão parte da canja de Larissa junto ao Cortejo. Já o Ilê levará toda sua ancestralidade percussiva, com toda originalidade do som de terreiro, símbolos da negritude e resistência.

No repertório do Cortejo, além das composições como Combustível, Vou Sambar, Reze e Ageumbó, já consagradas pelo público, serão apresentadas nas vozes de Aloísio Menezes, Claudya Costta, Marquinhos Marques, Valmir de Brito e Portella Açúcar releituras de clássico da MPB que garantirão a animação, fazendo o público cantar, dançar e se divertir.

Este projeto é uma realização da Entidade Cultural Cortejo Afro e conta com os apoios do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

SERVIÇO:

O QUE: Pré-Reveillon do Cortejo Afro com participação de Larissa Luz e do Ilê Aiyê.

QUANDO: Segunda-feira(26) a partir das 21h/Abertura dos portões 19:30

ONDE: Praça das Artes – Pelourinho / Salvador – Bahia.

QUANTO: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia-entrada).

ONDE COMPRAR: AntecipadO no Restaurante Odoyá – Pelourinho, das 10h às 18h e, no dia do evento, na bilheteria do local, a partir das 14h.

Pela primeira vez no Brasil, o Teatro Vila Velha, localizado na Avenida Sete de Setembro, em Salvador, será palco do encontro de quatro artistas australianos, com grupos e produtores brasileiros de destaque, no projeto “THE LOOP LAB”.

Os músicos solistas australianos  Ben Walsh (percussão), Linsey Pollak (sopros), Tom Thum (beatbox) e Tjupurru (slide didgeridoo) criarão ao vivo um som multifônico, potente e inovador, no projeto que contará na Bahia, com a intervenção do dj Mauro Telefunksoul e Pedro Filho, o grupo Ilê Aiyê, Muzenza e Olodum, durante três dias de evento.

Em uma das apresentações, o quarteto preparou para  juntos na turnê do Brasil, um espetáculo repleto de humor musical e as mais incríveis criações sonoras.

O “The Loop Lab” conta com o apoio da embaixada australiana e o show também acontecerá na cidade de São Paulo em Abril. Confira a agenda de Salvador:

16/05, segunda, 20h, R$40 e 20
Apresentação “The Loop Lab”

18/05, quarta, 20h, R$40 e 20
Encontro musical de Tom Thum e Ben Walsh com DJ Maurotelefunksoul e Pedro Filho

19/05, quinta, 20h, R$50 e 25
Encontro musical de “The Loop Lab” com Ilê Aiyê, Muzenza e Olodum

Mais antigo bloco afro do Brasil, o Ilê Aiyê embarca, no próximo mês, para uma viagem internacional a destino da Costa do Marfim, no continente africano. De 05 a 12 de março, a Band’Aiyê e dirigentes da entidade, dentre eles o seu presidente, Vovô, participam da 9ª edição do Mercado de Artes Cênicas Africanas (MASA).

O convite para participar do MASA surgiu durante uma visita do diretor do evento, Yacouba Konate, à Senzala do Barro Preto, na Liberdade, em agosto do ano passado. Impressionado com o trabalho realizado pelo Ilê Aiyê, Konate não titubeou e convocou a Band’Aiyê para fazer apresentações na abertura e no encerramento do festival. Apesar de ser a primeira vez que integrantes do bloco afro visitam a Costa do Marfim, o Ilê já esteve em outros países africanos, como Senegal, Angola e Benin.

Nesta edição, o MASA – que é realizado a cada dois anos em Abidjan, na maior cidade do país africano – traz como tema Reinventando a Arte do espetáculo. Mais de dois mil participantes, divididos em 100 grupos da África, América, Ásia e Europa, irão se apresentar nas cinco áreas artísticas do evento: dança, música, teatro, conto e comédia.

O Ilê Aiyê leva na bagagem toda sua história, tradição e beleza e irá mostrar, por meio do seu canto, dança e estética, toda sua luta pela valorização e inclusão da população afrodescendente, causa que, desde 1974, vem inspirando a criação de muitos outros grupos culturais no Brasil e no mundo. Além do Ilê Aiyê, o cantor e compositor Saulo representa a Bahia neste grande encontro, que é um dos mais prestigiados acontecimentos artísticos do continente.

 

Depois de lotar o Largo Pedro Archanjo nas suas três primeiras edições desta temporada, o Ensaio do Ilê Aiyê volta à Senzala do Barro Preto neste sábado, 23, com a participação da cantora Larissa Luz. O evento, que começa a partir das 22h, contará com os shows da anfitriã Band’Aiyê e do Grupo Movimento.

A Band’Aiyê será a primeira atração a subir ao palco para celebrar, através da música e da dança, os 42 anos recém-completados do mais antigo bloco afro do Brasil. Em seguida, o Grupo Movimento apresentará o seu samba que surgiu na Liberdade, em 2015, e já guarda uma trajetória com momentos importantes em que dividiu o palco com grandes nomes do gênero, a exemplo de Arlindo Cruz, Bete Carvalho, Pixote e Exaltasamba.

Banda Aiyê
Banda Aiyê

Logo após o grupo de samba, os tambores da Band’Aiyê voltam a ocupar o palco  para o encerramento da festa, momento que contará com a ilustre participação da cantora Larissa luz. Ex-vocalista da banda Araketu, Larissa tem uma forte identificação com o bloco afro, por também fazer da música um instrumento de conscientização a respeito das questões raciais. No repertório da artista, canções que refletem sobre religiosidade, diversidade dentro da publicidade brasileira, autonomia do corpo feminino, dentre outros temas que fazem parte do movimento de resistência do povo negro.

O ensaio desta semana será o primeiro após a Noite da Beleza Negra, que aconteceu no último sábado (16) e elegeu a grande musa do Ilê, a Deusa do Ébano 2016. O título foi para a baiana Cajazeiras, Larissa Oliveira, que desfilará no carro do Ilê no Carnaval  ao lado das princesas Daniele Nobre Nascimento (2˚ lugar) e Cecília da Silva Santos (3º lugar), ao som do batuque afro e guiadas pelo tema do bloco neste ano, O Recôncavo é Afrodescendente. A primeira apresentação de Larissa como Rainha do Ilê, no entanto, acontece no próximo sábado, 30, quando o bloco realizará o último ensaio antes da folia momesca.

Os ingressos custam R$ 30 (pista) e R$ 50 (camarote) e estão à venda na sede do bloco ou na Boutique do Ilê Aiyê, no Pelourinho

SERVIÇO

O QUE: Ensaio do Ilê Aiyê Band’Aiyê, Larissa Luz e Grupo Movimento

QUANDO: Sábado, 23 de janeiro às 22h

ONDE: Senzala do Barro Preto – Curuzu

QUANTO: R$ 30 (pista) e R$ 50 (camarote)

ONDE COMPRAR: Senzala do Barro Preto (Curuzu) e Boutique do Ilê Aiyê (Pelourinho)


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