terça-feira, 27 fevereiro 2024
Bombar
Tags Posts tagged with "Fabrica Cultural"

Fabrica Cultural

Com poucos dias de inaugurado, o Iaô Espaço de Criação abre suas portas para afroempreendedores interessados em utilizar os serviços de comunicação do seu Balcão de Atendimentos.

O coworking funciona de segunda à sexta, das 09 às 17h, na Fábrica Cultural, na Ribeira e é um espaço colaborativo do programa Acelera Iaô. O agendamento tanto para os serviços, quanto para ocupação dos espaços, as informações estão no site.

A proposta do Iaô Espaço de Criação é favorecer o surgimento e amadurecimento de ideias e negócios em rede, promovendo encontros de empreendedores negros que compartilham de vivências e estéticas semelhantes.

Além dos serviços de fotografia, designer, audiovisual e produção de texto, o coworking disponibiliza de uma estrutura singular na região. Neste sentido, o Iaô Espaço dispõe de salas de atendimento, multiuso, estúdio de audiovisual, showroom para produtos, mesas e internet de alta velocidade e copa compartilhada.

Este importante equipamento da economia criativa integra a segunda etapa do Programa Acelera Iaô, voltado para fortalecimento do afro empreendedorismo baiano.

O Acelera Iaô que ao todo vai beneficiar 1500 afroempreendedores até outubro deste ano

FÁBRICA CULTURAL
A Associação Fábrica Cultural é uma organização social fundada há 18 anos pela cantora e ativista Margareth Menezes, que vem promovendo a transformação social por meio de ações que articulam educação, cultura e sustentabilidade.

“A partir de um sonho meu e de Jaqueline Azevedo, a Fábrica Cultural é um projeto que estamos transformando em realidade. A partir de agora, os afros empreendedores vão contar com vários serviços oferecidos neste novo espaço, que contribuirão para que seus produtos tenham qualidade profissional”, afirma Margareth

Os produtos feitos à mão pelos artesãos e artesãs dos povos indígenas Tupinambá, Tumbalalá, Pataxó Hã-Hã-Hãe, Kiriri-Xocó, Xuku-Kariri, Kiriri, Tuxá, Xukurú e Fulni-ô atraíram grande público na Feira de Artesanato Indígena, no fim de semana, no Museu de Arte Moderna (MAM). No sábado (30), o público se divertiu com a música do Projeto Rede Sonora, capitaneado pelos músicos Amadeu Alves e Fabrício Rios, com participação especial de Dona Salvadora, e no domingo (1º), com a apresentação empolgante do cantor Gerônimo, que fez todo mundo dançar no encerramento do evento. Durante a programação, todos puderam conferir a exposição Resistência Pataxó, do fotógrafo Ricardo Prado, que reúne algumas fotografias registradas nas comunidades desta etnia.

A edição indígena do Artesanato da Bahia faz parte do projeto Abril do Artesanato Indígena, que foi aberto com feira e encontros de artesãos indígenas em Prado, no Extremo Sul da Bahia. No MAM, o artesanato foi comercializado pelos próprios indígenas, que interagiram com o público sobre as técnicas e os materiais utilizados na fabricação.

“A Feira encerra a vitoriosa programação do Abril do Artesanato Indígena em que percorremos os municípios de Porto Seguro e Prado realizando feiras, ações de qualificação e a inédita Caravana de Cadastramento de Artesãos) Indígenas, que resultou na emissão de 105 Carteiras Nacionais de Artesão. São ações que reconhecem pioneirismo, qualidade, beleza e importância do artesanato produzido pelos povos originários e impulsiona a geração de trabalho e renda neste segmento”, comentou Ângela Guimarães, coordenadora de Fomento ao Artesanato da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia (CFA-SETRE).

Em composições tradicionais e contemporâneas, os acessórios eram alguns dos objetos mais desejados na feira, principalmente os colares, pulseiras e brincos com penas de animais domésticos, madeira, semente e fibras naturais. Destaque também os utilitários talhados à mão em madeira e a cerâmica em argila, trançados de fiada e tecida em aió, cocares, arcos e flechas e os instrumentos musicais como maracas e apitos, entre outros.

A realização da Feira Artesanato Indígena é uma iniciativa da Coordenação de Fomento ao Artesanato da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em parceria com a Associação Fábrica Cultural. O evento conta com o apoio do Museu de Arte Moderna da Bahia, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia – Ipac, das Secretarias de Cultura e de Políticas Públicas para as Mulheres, do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba), do Centro de Economia Solidária de Salvador e da Federação das Associações de Artesãos da Bahia (FAAEB).

A afroempreendedora Daniela Paiva, dona da marca Kriolla, é uma das 150 participantes da Iaô Labs de moda do Acelera Iaô, programa que vem capacitando afro empreendedores baianos. Com o sucesso da primeira fase, que teve todas as vagas preenchidas, a Fábrica Cultural abre as inscrições para o segundo ciclo do Iaô Labs, no dia 18 de abril, através do site www.fabricacultural.org.br.

O projeto disponibilizará mais 150 vagas, divididas em 30 participantes para os mesmos segmentos: moda, artesanato, gastronomia, música e serviços criativos. As inscrições são abertas exclusivamente para empreendedores negros, a partir dos 18 anos, que já atuam nestas áreas em Salvador e cidades da região metropolitana.

“Me identifiquei assim que li o edital do Acelera Iaô, pois vi que seria a oportunidade de adquirir mais conhecimentos no sentido de abrir portas para a minha marca. A cada encontro venho aprendendo e aprimorando os meus conhecimentos em relação ao empreendedorismo. Agradeço muito a iniciativa, porque sabemos que é mais difícil para uma empresária negra e mulher”, conta Daniela.

Com a mesma proposta da primeira turma, já em formação com aulas online, o programa visa fomentar o trabalho de empreendimentos negros por meio do apoio, da qualificação e da aceleração dos negócios criativos. Neste segundo ciclo, destaca-se o Iaô Lab de Serviços Criativos, que estende as inscrições para empreendedores das áreas de Artes Cênicas, Design, Artes Visuais, Audiovisual, Arquitetura, Games, Softwares aplicados à economia criativa, Podcasts, Rádio, TV, Publicidade, Literatura e Mercado Editorial, Eventos/entretenimento e Turismo Cultural.

As incrições para afroempreendedores baianos no Acelera Iaô se encerram neste domingo (13), no site www.fabricacultural.org.br. O programa visa fomentar o trabalho de empreendimentos negros por meio do apoio, da qualificação e da aceleração dos negócios criativos. No dia 17 de fevereiro, serão divulgados os selecionados para o primeiro ciclo, com 150 vagas, divididas nas Iaô Labs de moda, artesanato, gastronomia, música e serviços criativos.

O Acelera Iaô terá início no dia 3 de março, nas Labs montadas na Fábrica Cultural, na Ribeira. O projeto vai promover e impulsionar a educação empreendedora afro centrada, a economia criativa e a comunicação digital. As capacitações abordarão temas como planejamento e gestão de negócios criativos, design estratégico e sustentável, formação de preço e técnicas de vendas, marketing digital para pequenos negócios, entre outras.

Os participantes terão acesso a serviços gratuitos de comunicação oferecidos pelo Espaço Iaô de Criação. Ao todo serão realizados dois ciclos, contemplando um total de 300 empreendedores (150 por ciclo), com apresentação final dos negócios dos participantes para uma banca digital. No final, serão selecionadas as 50 iniciativas (25 por ciclo) com maior potencial de crescimento para participarem do processo de aceleração.

Uma das caraterísticas dos Iaô Labs é seu foco nos nichos criativos. Eles contarão com especialistas em cada um dos setores, profissionais experientes no mercado, e promoverão ainda a troca entre empreendedores de um mesmo setor, fortalecendo redes em cada uma das áreas criativas.

Desenvolvido e realizado pela Fábrica Cultural, organização social fundada e presidida pela cantora e ativista Margareth Menezes, o programa conta com o patrocínio do Grupo Carrefour Brasil e com o apoio da Prefeitura Municipal de Salvador. O Grupo Carrefour Brasil vem atuando no combate à desigualdade racial no país, com foco em quatro frentes de trabalho: o empreendedorismo, a educação, a empregabilidade e o combate à discriminação.

Uma das maiores iniciativas criadas para capacitar empreendedores negros na Bahia, o Acelera Iaô será lançado no dia 12 de janeiro, às 18h30, no Espaço Cultural da Barroquinha, em Salvador. O programa vai promover, qualificar e apoiar o desenvolvimento de cerca de 1500 empreendimentos negros baianos. A cerimônia contará com show da cantora e ativista Margareth Menezes, fundadora e presidente da Fábrica Cultural, organização social que realiza o Acelera Iaô.

O programa de apoio a afro empreendedores conta com o patrocínio do Grupo Carrefour Brasil. A empresa vem atuando no combate à desigualdade racial no País, com foco em quatro frentes de trabalho: o empreendedorismo, a educação, a empregabilidade e o combate à discriminação.

“O nosso foco é fortalecer instituições e fomentar o empreendedorismo negro, atuando com entidades que já possuem ações sólidas e sérias nessa frente. Sabemos que a Fábrica Cultural tem um trabalho social extremamente importante no estado mais negro do Brasil e, mesmo assim, carece de apoio de empresas privadas. Queremos, através deste patrocínio, potencializar negócios de pequenos afro empreendedores”, declarou Lúcio Vicente, diretor de Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil.

O estímulo à autonomia e a geração de renda são alguns dos propósitos do programa, que também fomenta a educação empreendedora afro centrada, a economia criativa e a comunicação digital. Neste sentido, o Programa atuará na formação de empreendedores em setores estratégicos, através de oficinas para os cinco segmentos da economia criativa: moda, gastronomia, artesanato, música e serviços criativos.

O Lançamento do Acelera Iaô reunirá afro empreendedores, artistas e parceiros da Fábrica Cultural no fortalecimento da cadeia produtiva autônoma da Bahia. Na ocasião, também haverá mostra de empreendedores da Rede Iaô de Economia Criativa. O evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Salvador.

Para mais informações sobre o evento, basta acessar o fábricacultural.org.br.

Considerado o maior centro oleiro da América Latina, o distrito de Maragogipinho, em Aratuípe, será o ponto de partida das Feiras Artesanato da Bahia, nos dias 21 e 22 de agosto, das 10h às 18h, na Praça da Matriz. O evento, que será realizado em sete cidades até outubro, promoverá a cada edição a exposição e a comercialização de produtos de artesãs e artesãos, aquecendo o turismo e valorizando a cultura de cada região. Além de Maragogipinho, as feiras visitarão as cidades de Lençóis (28 e 29/08), Jacobina (04 e 05/09), Vitória da Conquista (11 e 12/09), Cachoeira (17 e 18/09), Juazeiro (23 e 24/09) e Porto Seguro (02 e 03/10).

Com a iniciativa, o Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em parceria com Associação Fábrica Cultural, quer incentivar a inclusão social e produtiva. Em Maragogipinho, a Feira Artesanato da Bahia conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Aratuípe.

A primeira edição itinerante da Feira Artesanato da Bahia vai estimular também a preservação dos contextos culturais que agregam e perpetuam histórias, tradições e valores de cada região. Durante o evento, o público terá a oportunidade de conhecer a origem das técnicas utilizadas pelos criadores, que destacam a identidade regional do artesanato. Os visitantes poderão adquirir os produtos artesanais diretamente dos produtores, além de dialogar e interagir sobre a riqueza dos processos produtivos.

No mês em que se comemora o Dia dos Povos Indígenas, em 19 de abril, as etnias da Bahia serão homenageadas com a exposição Artesanato dos Povos Indígenas: Herança de um Brasil Profundo. A mostra acontece de 23 de abril a 22 de maio, no Centro de Comercialização do Artesanato da Bahia, no Largo do Porto da Barra, em Salvador. A exposição, uma das ações do Abril do Artesanato Indígena, vai reunir peças utilitárias e de decoração em cerâmica, madeira, cocares e acessórios produzidos por Pataxós (Porto Seguro), Kiriris e Tuxás, ambas em Banzaê.

Todos os objetos serão comercializados na loja, que estará aberta de terça a sexta, das 10h às 18h, e sábado, das 10h às 16h. Durante a visita, o público deverá respeitar o protocolo de combate à Covid-19, através de aferimento de temperatura, higienização das mãos com álcool em gel, uso de máscara e distanciamento social.

A exposição Artesanato dos Povos Indígenas: Herança de um Brasil Profundo é realizada pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – Setre Bahia, através da Coordenação de Fomento ao Artesanato, e pela Associação Fábrica Cultural.

Uma data que sempre foi motivo de comemorações, o Dia da Artesã e do Artesão, celebrado em 19 de março, passa a ser um símbolo de luta do segmento em tempos difíceis de pandemia. Há um ano, em função da Covid-19, artesãs e artesãos baianos estão enfrentando dificuldades com vendas diretas, escoamento de produtos, escassez e aumento no preço de matérias-primas. Neste cenário, criadoras e criadores ganharam mais visibilidade através do Centro de Comercialização do Artesanato na Bahia, no Largo do Porto da Barra, que reúne mais de 8 mil produtos qualificados de todas as regiões do Estado.

“Hoje, a nossa maior dificuldade é escoar os produtos. A logística é muito difícil, inclusive para transportar as encomendas pelos Correios. Por isso, é importante ter o seu produto no Artesanato da Bahia, além de ter seu trabalho reconhecido e o valor agregado”, comenta o ceramista Manoel Messias. As dificuldades de transporte são as mesmas apontadas por Marlice Almeida, reconhecida pelos trabalhos em cerâmica. “É claro que as vendas caíram e o dinheiro circulou pouco em um ano. As vendas pela internet e a compra de matérias-primas ficaram inviáveis com as altas taxas dos Correios. Então, é importante estar no Artesanato da Bahia para escoar o nosso produto e colocar o nosso trabalho em evidência”, afirma.

No último ano, várias ações foram desenvolvidas em prol do fomento do artesanato através das Ações de Qualificação, Promoção e Comercialização do Artesanato da Bahia, realizadas pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – Setre Bahia, por meio da Coordenação de Fomento ao Artesanato e pela Associação Fábrica Cultural. Em tempos de pandemia, a internet se tornou uma grande aliada com o lançamento da Plataforma Digital do Artesanato da Bahia, um canal direto e prático para as ações de divulgação e trocas de informações, e com a realização de encontros e seminários online. Além da primeira loja, o Artesanato da Bahia ganhará uma filial ainda neste semestre e estão sendo planejadas feiras itinerantes, que vão percorrer eventos, shopping e lugares turísticos, e um plano de qualificação para o segmento.

Porque 19 de março? A gente explica: a data foi criada em homenagem a São José, o padroeiro da categoria. Marcenaria era a atividade exercida pelo pai de Jesus Cristo, segundo a tradição cristã, por isso a escolha do seu nome para proteger os que exercem ofícios artesanais. A história do artesanato começa junto com a própria história do homem, que teve a necessidade de produzir objetos para o seu dia-a-dia. Os primeiros objetos artesanais são datados do período neolítico (6.000 a.C.), quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais.

Foto: Erivan Morais

Levantar demandas para qualificação de artesãs e artesãos e buscar o desenvolvimento de estratégias para ampliação das vendas de seus produtos são algumas das propostas do Encontro Artesanato da Bahia, que terá quatro edições a partir desta semana, através de plataformas virtuais. Com inscrições através do Sympla, os eventos serão divididos por polos de produção artesanal, numa realização da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – Setre/Bahia, através da Coordenação de Fomento ao Artesanato e da Associação Fábrica Cultural.

O Encontro Artesanato da Bahia é voltado para artesãs e artesãos, gestores públicos ou de outras instituições ligadas ao setor artesanal e outros interessados. A qualificação dos artistas, a promoção do produto artesanal e a ampliação de formas de comercialização fazem parte das discussões, que buscam fortalecer o artesanato baiano.

Os eventos são uma das etapas do Diagnóstico do Artesanato Baiano, que embasará o desenvolvimento do Programa de Qualificação, iniciativa que visa o incentivo, a capacitação e o desenvolvimento de diferentes competências dos artesãos baianos. Um dos focos principais será o aperfeiçoamento da produção, através de conjunto de ações e estratégias que estimulem a melhoria da gestão, das formas de produção e divulgação dos produtos. Nos diálogos on-line, serão levantadas as principais necessidades de cada região, além de fortalecidas as articulações dos grupos produtivos.

A Fábrica Cultural deu início ao projeto IAÔ Cia de Teatro, que terá como foco a formação e o desenvolvimento artístico, cultural e ético de jovens de 18 a 23 anos. O projeto vai promover uma oficina teatral para 20 jovens, entre eles moradores da Cidade Baixa, onde serão ministradas as aulas, na Fábrica Cultura, na Ribeira. As oficinas terão uma incursão pelo circo, pela dança e pelo audiovisual e a montagem do primeiro espetáculo teatral da IAÔ Cia de Teatro, que será apresentado em maio com a Cidade Baixa, as memórias de seus moradores e questões identitárias como inspiração.

O projeto foi contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, da Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. A Fábrica Cultural tem a cantora e ativista Margareth Menezes como seu principal símbolo de inspiração, exemplo de resistência e criação artística e vem desenvolvendo ações de Arte, Formação e Cultura há mais de uma década, dinamizando a cena cultural da Ribeira e ampliando a rede de lazer da Cidade Baixa.

Maiores Informações AQUI.


SA Agência Digital