quarta-feira, 24 fevereiro 2021
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Caixa Cultural

Duo + Dois por Marco Flávio

Da singularidade entre os vários achados musicais dos violonistas Fernando Melo e Luiz Bueno, o Duofel e um dos ícones do sopro, Carlos Malta com o percussionista Robertinho Silva, nasceu o o grupo musical Duo + Dois. É esse espetáculo que a CAIXA Cultural Salvador apresentará nos 12 a 14 de setembro (quinta-feira a sábado), com quatro apresentações durante os três dias de evento (no sábado, em dois horários: às 17h e 20h). Um show para se emocionar com clássicos da música popular brasileira e inusitados tratamentos harmônicos e rítmicos do grupo. Além dos shows, o grupo ministrará oficinas gratuitas sobre o uso de instrumentos de sopro, percussão e violões de nylon e 12 cordas. Informações através do (71)3421-4200. Os ingressos serão vendidos a preços populares, a partir das 9h de quinta-feira (12), para todas as apresentações, na bilheteria da própria CAIXA Cultural Salvador, na Rua Carlos Gomes, 57, Centro.

O Duo + Dois se apresenta em Salvador Foto: Marco Flávio

Nas apresentações, o público poderá conferir canções já eternizadas a exemplo do “Canto de Yemanjá” (de Baden Powell e Vinícius de Moraes), e a condução rítmica de “Água de Beber” (Tom Jobim e Vinícius), com a emoção de evanescente versão de “Cais” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) e a contagiante introdução e improvisos de “Maracangalha” (Dorival Caymmi).

 

 

 

Os baianos poderão conferir gratuitamente a versão itinerante do festival Anima Mundi a partir desta sexta-feira, 24 de agosto, na CAIXA Cultural Salvador, localizada na Rua Carlos Gomes. A 26ª edição do evento chega à capital baiana depois de passar pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, com um amplo painel de 48 filmes infantis, infanto-juvenis e adultos. A programação completa e a classificação indicativa dos filmes estão disponíveis nos sites da Caixa Cultural e do próprio Anima Mundi.

Nos três dias de evento – a exibição dos filmes vai até domingo (26) -, o público poderá acompanhar o que vem sendo produzido no Brasil e no mundo em termos de animação em três sessões diárias, às 15h, 17h e 19h. A entrada é gratuita e a programação opções além dos filmes para crianças, como a Oficina de Massinha, das 12h às 18h.

A abertura do evento, na sexta (24), às 20h, reunirá alguns dos principais filmes adultos que serão exibidos durante o festival, com destaque para Weekends (EUA), de Trevor Jimenez, vencedor de Melhor Roteiro de 2018; o brasileiro Lé com Cré, de Cassandra Reis; e o francês Hybrids, de Florian Brauch, Matthieu Pujol, Kim Tailhades, Yohan Hireau e Romain Thirion. Nos demais dias, chamam atenção também os eleitos este ano pelo Júri Popular: o francês Like an Elephant in China Shop, de Louise Chevrier, Luka Fischer, Rodolphe Groshens, Marie Guillon, Eletelle Martines, Benoit Paillard e Lisa Rosassombat; O Homem Caixa, de Ale Borges, Álvaro Furloni e Guilherme Gehr; e o impactante Augenblincke, da alemã Kiana Naghshineh.

Sabe aquela desculpa de que não tem nada pra fazer no fim de semana? Pois, foi por água abaixo! Nos vemos lá!

A CAIXA Cultural Salvador apresenta o grupo OQuadro, em quatro shows, entre os dias 17 e 19 de novembro de 2017 (sexta-feira a domingo).

Os músicos apresentarão repertório autoral, que inclui o disco homônimo (2012) e singles como “Where I’m From”, “Jesus Cristin” e “Filme”, além de trazer uma prévia de músicas do seu segundo disco, “Nêgo Roque”, lançado no dia 9 de novembro.

As apresentações acontecem às 20h na sexta-feira; em duas sessões, às 17h e às 20h, no sábado e às 19h no domingo. Os ingressos serão vendidos a preços populares.

Com mais de duas décadas de estrada, a banda fundada em Ilhéus (Bahia) representa uma vertente do RAP que busca inovações sonoras a partir do diálogo com outros estilos musicais e movimentos culturais. As composições do grupo percorrem questões individuais e universais e sua sonoridade vai do ijexá ao afrobeat, passando pelo rock, zouk, samba de roda, entre outros ritmos, sem deixar de priorizar os elementos do RAP.

Nas apresentações em Salvador, a banda dialogará com convidados da cena musical local, contando com as participações do grupo Opanijé (17.11), do músico Letieres Leite (18.11, às 20h) e do grupo ÀTTØØXXÁ (19.11).

*Serviço:*
Música: OQuadro
Período: de 17 a 19 de novembro
Horário: sexta-feira, às 20h; sábado, duas apresentações, às 17h e 20h; domingo, às 19h.
Local: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro – Salvador (BA)
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Informações: (71) 3421-4200
Classificação indicativa: livre
Conveniência: estacionamento gratuito ao lado

Rafael Medrado, Igor Epifânio, Alexandre Moreira e Jarbas Oliver em EGOTRIP

Depois de estrear em 2016 com sucesso de público e crítica, o espetáculo teatral “EGOTRIP – Ser ou não ser? Eis a comédia” anuncia nova temporada na CAIXA Cultural Salvador, dias 10, 11, 12, 17, 18 e 19 de março, sendo sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, com ingressos a preços populares. A bilheteria é aberta no primeiro dia da peça (10 de março), para todas as seis apresentações. Além disso, o estacionamento ao lado do espaço cultural, na Rua Carlos Gomes, 57 – Centro, será gratuito para o público.

O envolvente e divertido enredo gira em torno de um grupo de quatro amigos tipicamente urbanos e individualistas que decide viajar para uma longínqua cidadezinha do interior com o propósito de recuperar um suposto “anel de nobreza” pertencente à família de um deles.  Durante a empreitada, os personagens viverão uma série de situações cômicas e dramáticas que transformarão suas percepções sobre o mundo. Uma clara alusão ao gênero cinematográfico road movie, em que os protagonistas deixam seus lares, partindo em busca de novas aventuras e fatalmente alterando as perspectivas sobre suas próprias vidas cotidianas.

Durante esse processo, surgem muitas questões que refletem dilemas atuais, como os binômios “carreira profissional x realização pessoal”, “posição política de esquerda x direita”, “casamento x vida solteira”, “cidade x campo” e “competitividade x solidariedade”. Divisões que proporcionarão uma busca de identidade, uma viagem do ego – daí o título da obra.

O espetáculo conta com um elenco estelar da nova geração do teatro baiano – Igor Epifânio, Alexandre Moreira, Jarbas Oliver e Rafael Medrado, que já integraram grandes sucessos de bilheteria, como “Entre Nós – Uma comédia sobre diversidade”,“A Bofetada”, “Os Cafajestes”, “Siricotico” e “Camila Backer”.

Por sua vez, o encenador João Sanches é responsável por prestigiados espetáculos, como “Eu te amo mesmo assim”, “Boca a boca: um solo para Gregório” e “Entre Nós – Uma comédia sobre diversidade”

O cenário do espetáculo traz pop-art vibrante e colorida. A base do material primário utilizado são engradados de cerveja. As ilustrações que colorem os engradados são inspiradas na arte urbana e caótica do norte americano Jean Michel Basquiat, valorizando a estética do grafite e da pintura neo-expressonista.

Já a trilha sonora é realizada ao vivo pelo multi-instrumentista e compositor Leonardo Bittencourt, fazendo várias referências à cultura popular brasileira, desde o samba de roda ao punk rock. Além dos números musicais, Bittencourt também executa a sonoplastia, o fundo musical e outros efeitos e intervenções sonoros durante toda a peça, ajudando a criar a atmosfera das cenas.

SERVIÇO:

O QUE : Espetáculo: “EGOTRIP – Ser ou não ser? Eis a comédia”

ONDE: CAIXA Cultural Salvador: Rua Carlos Gomes, 57, Centro- Salvador (BA)

QUANDO: 10,11,12, 17, 18, 19 de março de 2017

HORÁRIO: Sextas e Sábados 20h00. Domingos às 19h00

QUANTO: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

INFORMAÇÕES: (71) 3421-4200

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos

CONVENIÊNCIA: estacionamento gratuito ao lado da CAIXA Cultural Salvador

 

Elza Soares

A CAIXA Cultural Salvador apresenta, a cantora Elza Soares em ‘A Voz e a Máquina’. Inédito na capital baiana, o show é uma parceria com os DJs Ricardo Muralha e Bruno Queiroz e mistura samba, jazz e batidas da música eletrônica. Serão três apresentações que acontecem sexta-feira (13) e sábado (14), às 20h, e domingo, às 19h.

Diva consagrada da música popular brasileira, Elza Soares mostra nesse show que está conectada com as novas tendências da música e empresta sua voz inconfundível a arranjos inusitados de canções bastante conhecidas pelo público.

 

No repertório, músicas como “Cálice”, Chico Buarque e Gilberto Gil, “Chega de Saudade”, de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, “A Cidade”, de Chico Science e “W/Brasil”, de Jorge Benjor são executadas em arranjos que, além de samba e jazz, passam por gêneros eletrônicos como Drum & Bass, House e Techno.

Em um formato não convencional de apresentação, os DJs Bruno Queiroz e Ricardo Muralha, utilizam pads, tablets, teclados e outras ferramentas eletrônicas, misturando voz e máquinas em um espetáculo musical que surpreende. Os ingressos serão vendidos a R$ 5 e R$ 10, a partir das 9h da sexta-feira (13), para todas as apresentações, na bilheteria da própria CAIXA Cultural Salvador, que fica na Rua Carlos Gomes, 57, Centro, Salvador.

SERVIÇO:

O QUE: Elza Soares – A Voz e a Máquina

ONDE: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro

QUANDO: 13, 14 e 15 de janeiro (sexta-feira a domingo)

HORARIO: sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19h.

QUANTO: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

INFORMAÇÕES: (71) 3421-4200

CLASSIFICAÇÃO: livre

CONVENIÊNCIA: estacionamento gratuito ao lado

Samba de Dona Dalva por Caroline Moraes

A CAIXA Cultural Salvador apresenta, de 1º a 4 de dezembro (quinta-feira a domingo), o Festival de Samba de Roda de Cachoeira. Oito grupos tradicionais do Recôncavo baiano se apresentam, exaltando o samba de roda, que, desde 2005, foi tombado como patrimônio imaterial da humanidade. Os espetáculos acontecem de quinta-feira a sábado, às 19h, e no domingo, às 18h.

O festival exalta a poética e o ritmo singular dos sambadores do Recôncavo, com o propósito de unir o público em um festejo de interação com as raízes do samba de roda. A cada dia, duas agremiações tradicionais de Cachoeira-BA se apresentam. Participam do festival os grupos Samba Filhos do Caquende, Geração do Iguape, Esmola Cantada, Juventude do Iguape, Samba de Dona Dalva, Raiz do Boqueirão, Filhos da Barragem e Suspiro do Iguape.

Os ingressos serão vendidos a preços populares, a partir das 9h da quinta-feira (1º), para todas as apresentações, na bilheteria da própria CAIXA Cultural Salvador, na Rua Carlos Gomes, 57, Centro.

Toda programação pode ser conferida no site da Caixa Cultural.

Foto: Divulgação
Uma chance imperdível para que gosta de cinema de animação é a oficina oferecida pela Mostra Retrospectiva de Cinema de Animação Brasileiro que será ministrada pelos animadores Maurício Squarisi e Elisabeth Russo. O curso vai acontecer de 16 a 21 de agosto, terça a domingo, das 10 às 13h30, gratuitamente, na Caixa Cultural, que fica no Centro, na Rua Carlos Gomes. A oficina será 100% prática e objetivo da atividade é construir um curta metragem de animação ao longo dos encontros. Os interessados devem se apresar pois a mostra oferece apenas 20 vagas. As inscrições acontecem a partir do dia 13, sábado, pelo email: mostradeanimacao@gmail.com, bastando enviar informações completas dos dados pessoais, breve currículo e carta de intenção, explicando porque gostaria de participar da atividade. A idade mínima é 15 anos e o curso oferecerá certificado ao final.

Reinaldo Eckenberger por Raul Spinassé

A CAIXA Cultural Salvador apresenta a exposiçãoReinaldo Eckenberger – Uma Poética do Excesso”, que reúne obras das diversas fases da carreira do artista argentino radicado na Bahia, Reinaldo Eckenberger. A mostra será aberta no dia 14 de julho e as visitações ocorrerão do dia 15 de julho até o dia 21 de agosto de 2016, de terças-feiras a domingos, das 9h às 18h, com acesso gratuito e livre para todos os públicos.

A exposição celebra os 50 anos da trajetória de Eckenberger no Brasil, trazendo um panorama das diversas fases e linguagens do artista. Pensada como uma grande instalação, a mostra traz mais de 500 itens, como assemblagens, bonecos de panos, estofados e objetos híbridos, entre outras obras de arte, ligadas pelo conceito do excesso.

CG2A4519 foto Raul Spinassé

Tanto na poética quanto na carreira de Reinaldo Eckenberger, o excesso é um princípio definitivo que opera em todas as fases, linguagens e suportes utilizados pelo artista. O excesso, portanto, enquanto princípio norteador da obra de homenageado, fundamenta o conceito estabelecido pelos curadores e encabeça também o formato da mostra.

A montagem da exposição aposta no acúmulo exagerado de obras, de forma a traduzir as idéias de desmesura e desmando. As diferentes fases da obra do artista não serão organizadamente dispostas. Convivendo no mesmo espaço, linguagens, técnicas, suportes e materiais distintos estarão integrados, demonstrando que, apesar da diversidade, as experimentações são unidas pelo princípio do excesso.

Os objetos híbridos serão acumulados em suportes diversos, como uma mesa de jantar e um tabuleiro de xadrez com lajotas brancas e pretas. O espaço expositivo foi pensado como um palco, onde os personagens grotescos do artista dividem o espaço com os espectadores, encenando assim uma tragicomédia.

A curadoria da exposição é da jornalista e mestre em artes visuais, Luciana Accioly, e do poeta e editor, Claudius Portugal.

Eckenberger

Atraído pelo barroco, o artista argentino, que mais tarde se naturalizaria brasileiro, desembarcou em Salvador em 1965. Da Bahia,Reinaldo Eckenberger desenvolveu uma trajetória profissional de sucesso. Estreou sua primeira exposição na capital baiana, em 1966, “Luxo e Lixo, Lixo e Luxo”, que foi considerada por Juarez Paraíso a primeira mostra de arte pop realizada na Bahia e pela qual o artista foi premiado na I Bienal da Bahia, realizada naquele mesmo ano.

A partir daí, sua poética excessiva, tributária das vanguardas dadaístas, expressionistas e surrealistas, ganhou o mundo, já tendo sido exposta em diversas galerias e museus europeus. Eckenberger já realizou diversas exposições na Espanha, na Alemanha e Paris, durante a década de 70, e participa do acervo permanentemente do Museu de Arte Bruta, em Dicy-França.

Viva e pulsante, a obra do artista que participou da Bienal Nacional de São Paulo (1976) e XIV Bienal Internacional de São Paulo (1977) continua a dialogar com os dias atuais, pondo-nos a pensar sobre a tragédia-comédia dos excessos contemporâneos, o que valeu ao artista uma participação na 3ª Bienal da Bahia em 2014.
SERVIÇO:

O QUE: Artes Visuais “Reinaldo Eckenberger – Uma poética do Excesso”

QUANDO: de 15 de julho a 21 de agosto de 2016 (de terças-feiras a domingos)

Horário: das 9h às 18h

ONDE: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro – Salvador (BA)

Entrada franca

Informações: (71) 3421-4200

Classificação indicativa: livre

Abertura: 14 de julho de 2016, às 19h

Conveniência: estacionamento gratuito ao lado da CAIXA Cultural Salvador, no dia de lançamento

Luis Melo por Renato mangolin

Em uma Nova York futurista e imersa no caos da falta d’água e de energia elétrica – um colapso que afeta a todos os seres humanos – um homem vive sozinho no alto de uma torre. Esse é o ponto de partida da peça Ausência, um solo de teatro gestual da companhia franco-brasileira Dos à Deux.

Com interpretação do ator Luis Melo e direção de André Curtie e Artur Luanda Ribeiro, a peça faz parte de uma linha de pesquisa característica dos 15 anos de carreira da companhia, o teatro gestual, em que a palavra dá lugar ao poder dos gestos e da interpretação corporal.

Luis Mello por Renato Mangolin
Luis Melo por Renato Mangolin

O cenário caracteriza um ambiente em ruínas, recortado por um emaranhado de canos e registros que se cruzam indefinidamente em todas as direções, simbolizando o desespero pela busca da água. Sob a constante invasão de ratos que tomaram as ruas e a irreparável necessidade de uma máscara de oxigênio até mesmo para abrir a janela, o homem sobrevive à base da assustadora ação de apenas uma gota d’água por dia, enfrentando constantemente a solidão, a escassez e o enclausuramento, em uma linha tênue entre a sanidade e a loucura.

SERVIÇO

O QUE: Ausência com Luis Melo

ONDE: Caixa Cultural de Recife, Av. Alfredo Lisboa, 505

QUANDO: Até o dia 27 de fevereiro // Quinta e sexta, às 20 horas | Sábado, às 17 e às 20 horas

HORÁRIO DA BILHETERIA: A partir das 10 horas da quarta-feira de cada semana de apresentação.

QUANTO: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos)

 

Wanderléa por Jairo Goldflus

A CAIXA Cultural Salvador recebe o show de Wanderléa revisitando os clássicos que a consagraram e comemorando os 50 anos da Jovem Guarda completados este ano. A eterna Ternurinha (apelido que ganhou do Rei Roberto Carlos e que virou seu codinome) se apresenta de 10  a 13 de dezembro, no pátio externo, às 20h (quinta-feira a sábado) e às 19h (domingo).

No repertório, canções que ficaram famosas em sua voz, como “Foi Assim” (Ronaldo e Roberto Côrrea), “Ternura” (Roberto Côrrea e Donaldson Gonçalves), “Prova de Fogo” (Erasmo Carlos), “Pare o Casamento” (Resnick e Vitor Yong, versão Luis Keller) e também inclui canções do seu período pós–jovem guarda, como “Back in Bahia” (Gilberto Gil), “Kriola” (Hélio Mateus)e “Você Vai Ser o Meu Escândalo” (Roberto e Erasmo Carlos).

Wanderléa consolidou sua carreira no Brasil, onde o público a elegeu como Rainha do maior movimento musical que já ocorreu no país, a Jovem Guarda, tornando-se referência comportamental dos adolescentes dos anos 60, já que sua atitude além de tudo o que vestia, usava e cantava virava moda.

Reverenciada como musa e ícone de sua geração, Wanderléa continua se apresentando com muito glamour e vigor, emocionando diversas gerações com seu talento e carisma incontestável.

 

Serviço:

Espetáculo Musical: “Show com Wanderléa”

Período: de 10  a 13 de Dezembro de 2015 (quinta-feira a domingo)

Horário: às 20h (quinta-feira a sábado) e às 19h (domingo)

Local: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro – Salvador (BA)

Ingressos: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia), vendidos na bilheteria da Caixa Cultural Salvador a partir das 9h do dia 10 de dezembro

Informações: (71) 3421-4200

Classificação indicativa: Livre


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