sábado, 22 junho 2024
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Mar Aberto

Foto divulgação

Canção abre os caminhos do novo álbum da cantora carioca que tem previsão de estrear em 2024

 O som dos atabaques dá o norte ao clipe da faixa “Mar Aberto”, já disponível em todas as plataformas de música, e lança hoje a produção audiovisual com direção de Ola Kilesse e participações mais que especiais da mãe e da avó de Aline Paes. Gravado no Rio de Janeiro, o clipe da primeira canção autoral da artista, anuncia seu segundo disco “Corpo Mar”.

“Mar Aberto”, canção marcada principalmente pelo canto acompanhado por uma percussão, soa como um mantra para invocar a força ancestral, essa força das águas que carregamos dentro de nós, capaz de promover grandes mudanças. Seu novo álbum passeia por ritmos como xote e reggae, samba e semba, congo e funk, é fruto da identidade de Aline com a música brasileira. “Meu disco traz ritmos do país, mas se lança a navegar por outros litorais também. Esse híbrido que forma a base pra tudo que venho fazendo”, finalizou.

Foto Bia Vasconcelos

Minimalista e cheio de força, o single que é marcado pelo canto e percussão, abre os caminhos do novo álbum da cantora que tem previsão de estrear em 2024

Enaltecendo a sabedoria e ancestralidade presentes em cada corpo, a cantora e compositora carioca Aline Paes lança o single “Mar Aberto“, sua primeira canção autoral, e anuncia seu segundo disco “Corpo Mar“. Autoestima, liberdade, dança e movimento marcam a faixa, que chega hoje nas plataformas de streaming.

“Mar Aberto”, canção marcada principalmente pelo canto acompanhado por uma percussão, soa como um mantra para invocar a força ancestral, essa força das águas que carregamos dentro de nós, capaz de promover grandes mudanças. “Esse single é a primeira música autoral que eu lanço. É a abertura de um caminho mesmo. O corpo é o nosso terreiro primeiro, e nele um mar infinito de possibilidades. Essa é a força da canção”, explicou.

Embalada com base nos ritmos congo e funk, a canção que é feita para dançar, tem a produção musical assinada pela própria artista em parceria com o percussionista Bernardo Aguiar. “Eu e B somos parceiros de longa data e decidimos gravar a faixa apenas voz e percussão, sem harmonia, trazendo algo primário mesmo: canto e batuque, como um ponto mesmo. A música tem como base o congo, ritmo irmão do maculelê ou funk carioca, estilo que sabe muito bem pegar o público pelo corpo. Não tem como ouvir sem querer dançar”, destacou Aline.

A faixa abre os caminhos para o lançamento do segundo disco da cantora, que chegará completo em 2024, lançando olhar sobre esse mar brasileiro, que se faz presente no vasto litoral. “Eu digo que é um trabalho que olha pro Atlântico e busca encontros com outros países como Cabo Verde, Jamaica, Cuba, Portugal, Angola…”, completou.

O disco, que passa por esses lugares: xote e reggae, samba e semba, congo e funk, é fruto da identidade de Aline com a música brasileira. “Meu disco traz ritmos do país, mas se lança a navegar por outros litorais também. Esse híbrido que forma a base pra tudo que venho fazendo”, finalizou.

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