segunda-feira, 25 outubro 2021
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Larissa Luz

Larissa Luz marcou presença na última edição do programa Música Boa Ao Vivo do canal Multishow, apresentado pela musa Ivete Sangalo.

A artista cantou junto com Ivete a canção A Lua Que Eu Te Dei, numa versão arrocha. No início do número, a anfitriã até brincou: “É o paredão de Larissa e Ivetinha”, numa referência às festas de carro de som que são febre entre a juventude periférica do nordeste.

Ivete e Larissa

Larissa aproveitou o programa para avisar do próximo lançamento, que conta com a parceria do Tropkillaz e composições com Coruja BC1, rapper paulista e Bruno Zambelli na concepção visual do Ep que saíra em novembro.

Serão quatro faixas falando exclusivamente de AMOR com muita identidade, batidas eletrônicas modernas e aquele suingue.

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Foto Matheus Thierry

Com o poema Recebendo Guunzu na voz  da ativista e sacerdotisa Makota Valdina Pinto, a cantora Larissa Luz apresentou mais uma produção daquelas cheia de identidade e ancestralidade.

A música “Canta pra Chamar” é uma composição de Lari, nascida no auge da pandemia que ganhou produção especial do projeto Rumpilezzinho do maestro Letieres Leite, com clipe feito por mulheres potentes.

Flora (@floravnegri) nas fotos de still, Júlia (@euexulia) na produção, Jéssica Maeda (@acaraje.ssica) cuidou da direção de arte e cenografia com os elementos que já existiam na casa de Lari.

Direção de fotografia, roteiro, direção e fotos analógicas de Juh Almeida (@juhafotografa), o clipe chamado pela diretora de Ritual/Oração chegou às plataformas nessa terça-feira, dia 06 de julho, apresentando toda versatilidade de uma artista completa conectado com os anseios de fé e ancestralidade.

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Japa System

Experimentação de texturas. Percussão híbrida. É assim que o músico e produtor Japa System define o seu som. A partir da mistura de elementos orgânicos e sintéticos, o artista, que integra o grupo BaianaSystem há seis anos, junta timbal e atabaque a baldes e frigideiras, sonoridades tiradas de barras de ferro e cascas de árvores com sintetizadores, samplers e bases eletrônicas em seu disco de estreia: “Sistema Percussivo Integrado”, com lançamento nas principais plataformas de streaming nesta sexta-feira (18). O primeiro single, “Tum-Kata-Kruáka”, com a participação de Carlinhos Brown, já está disponível junto com um clipe de animação.

Com influências da Capoeira, Candomblé, Samba Duro e Samba de Roda, o álbum ainda traz as participações de Larissa Luz, dividindo os vocais com Japa em “Gente que vem, povo que vai”, com direito ao colega de Baiana, Robertinho Barreto, na guitarra; o rapper carioca Bnegão, em “Trindade”; e referências na percussão, como Gabi Guedes (Orkestra Rumpilezz), Mônica Millet (neta de Mãe Menininha do Gantois e uma das primeiras mulheres percussionistas do Brasil) e Marcos Suzano (pioneiro na junção de música eletrônica com base musical afro-brasileira e que já tocou ao lado de artistas como Sting, Joan Baez e Gilberto Gil), tocando atabaques, agogô e pandeiro na faixa título.

Larissa Luz por Caio Lirio

“Esse disco vai ser o registro de tudo o que passei, todo o sistema construtivo da minha música. Então, tudo que tem ali é muito real, porque o que eu sou, é o meu som. Eu caminho por suas estéticas”, conta Japa System, que já tocou em festivais como o Lollapalooza e Rock in Rio, e rodou Europa e Estados Unidos, além de acumular premiações, como o 28º Prêmio da Música Brasileira (2017) e o Grammy Latino (2019) – ambos ao lado do BaianaSystem.

Gravado nos estúdios da Pracatum, Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas, “Sistema Percussivo Integrado” tem produção e direção do próprio Japa em parceria com o companheiro de BaianaSystem, João Meirelles, e masterização e mixagem de Victor Vaughan. O lançamento é pelo selo Candyall Music, gerido por Carlinhos Brown. O projeto ainda inclui um curta documental, mostrando um pouco do processo criativo e das raízes musicais do artista.

“Sistema Percussivo Integrado” tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Japa System e Carlinhos Brown por Luca Castro

Faixa integra primeiro álbum do artista, com lançamento 18 de junho e que ainda traz as participações de BNegão, Larissa Luz e Gabi Guedes

“Sistema Percussivo Integrado” é o nome do disco de estreia do músico e produtor Japa System. Apostando na experimentação de texturas e na percussão híbrida, misturando elementos orgânicos e sintéticos, o artista, que integra o grupo BaianaSystem há seis anos, assina as oito faixas do álbum e reúne, entre outros nomes, Carlinhos Brown, BNegão, Larissa Luz e referências na percussão, como Gabi Guedes (Orkestra Rumpilezz), Mônica Millet (neta de Mãe Menininha do Gantois e uma das primeiras mulheres percussionistas do Brasil) e Marcos Suzano.

O primeiro single, “Tum-Kata-Kruáka”, com a participação de Brown, será lançado no próximo dia 21, junto com um clipe de animação assinado por Pablo Pitombo. O álbum completo chega às principais plataformas de streaming 18 de junho, acompanhado de um curta documental, mostrando um pouco do processo criativo e das raízes da sua música.

Japa e Mônica Millet por Luca Castro

Com influências da Capoeira, Candomblé, Samba Duro e Samba de Roda, o primeiro disco de Japa System junta timbal e atabaque a baldes e frigideiras, sonoridades tiradas de barras de ferro, cascas de árvores, pele e couro de animais, com sintetizadores, samplers e bases eletrônicas. O resultado são três faixas instrumentais – com a tríade percussiva Suzano, Gabi Guedes e Mônica Millet na faixa título – e cinco cantadas, onde Japa divide os vocais com o próprio Brown, além de Larissa Luz (“Gente que vem, povo que vai”, com direito ao colega de Baiana, Robertinho Barreto, na guitarra) e BNegão (“Trindade”).

“No Baiana, eu já dobro as vozes com Russo (Passapusso), então tenho essa intimidade. Mas cantar mesmo é a primeira vez”, explica ele. “Quando eu ouvia as músicas, vinham junto as ideias melódicas e comecei a solfejar. Depois, fui pra caneta, as letras foram nascendo e acabou ficando mais cantado mesmo”.

Gravado nos estúdios da Pracatum, Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas, “Sistema Percussivo Integrado” tem produção e direção do próprio Japa em parceria com o companheiro de BaianaSystem, João Meirelles, e masterização e mixagem de Victor Vaughan. O lançamento é pelo selo Candyall Music.

O documentário que acompanha o projeto irá mostrar o processo construtivo do disco e um pouco do porquê da participação dos convidados. O roteiro inclui momentos das gravações e um rolé no Candeal, contando um pouco da trajetória de Japa, os primeiros toques no timbal e os anos de Timbalada (ele integrou o grupo por três anos). Com 23 anos de carreira, o artista já tocou em festivais como o Lollapalooza e Rock in Rio, e rodou Europa e Estados Unidos, além de acumular premiações, como o 28º Prêmio da Música Brasileira (2017) e o Grammy Latino (2019) – ambos ao lado do BaianaSystem.

“Sistema Percussivo Integrado” tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Aproveitar que quinta é dia de relembrar aqueles arquivos antigos, vamos de show especial da musa Larissa Luz para o Afropunk. Confira a performance da diva que teve ainda participação das deusas Tainara Cerqueira e Érica Ribeiro no balet e o cacique Carlinhos Brown dividindo os vocais em um feat altamente dançante. Bruno Zambelli na direção Criativa, arte, montagem e edição, ficando Lari ainda com a curadoria musical.

Aproveite para seguir a artista no instagram @larissaluzeluz.

Tem estreia hoje, 20h, no canal do Ilê Aiyê no YouTube, o evento “Curuzu Affrofuturista”. A programação de hoje é a mesa de conversa “O Poder da Música”, com os artistas Larissa Luz e Japa System e mediação do músico e professor Mário Pam. Já amanhã, o tema do encontro é “Artes e Estéticas”, tendo como convidados a escritora Diane Lima e o roteirista de audiovisual Marcelo Lima, com mediação do produtor de conteúdo e podcaster Edgar Igor.

Os dois momentos giram em torno da reflexão sobre a existência negra nas artes, na política, nos mais diferentes espaços a partir do encontro entre tradição, tecnologia, ciência e inovação. Como pano de fundo dos debates está o Afrofuturismo como movimento estético, cultural e social, que se afirma a partir de perspectivas negras, mirando num futuro onde pessoas negras existem e são diretamente responsáveis pelo mundo em que vivem

“o Ilê Aiyê deseja fortalecer esse conceito, abordando temas como racismo, liberdade de expressão, empoderamento e projeção de futuro, problematizando questões históricas, econômicas e sociais dos negros”, comenta Antônio Carlos Vovô, presidente da entidade.

Hoje, logo mais às 20h, na mesa “O Poder da Música”, as abordagens serão em torno da música como instrumento fundamental para colocar a experiência negra como central nas narrativas construídas pela arte. A ideia é especular sobre o futuro e o passado, aplicando na produção musical a junção de elementos tecnológicos e futuristas perpassados de ancestralidade e cultura negra.

Diane Lima

Já amanhã, na mesa de conversa “Artes e Estéticas”, as vivências dos participantes irão embasar uma discussão será sobre a importância de contar novas histórias que não invisibilizem o negro nas artes e no seu dialogo na luta pela representação em qualquer forma de futuro.

Ainda neste mês de abril, nos dias 15 e 16, o bloco Ilê Aiyê realiza, no mesmo formato de mesas de conversa, o evento “Curuzu do Mundo”, com o tema Turismo Étnico Cultural. Os participantes irão se dedicar a discutir o assunto a partir das experiências e potencialidades do bloco e da sua comunidade. Os temas das duas mesas são “Experiência Turísticas Afro Culturais” e “O Turismo que fortalece a Identidade Negra”.

“Curuzu Afrofuturista” é uma realização do Ilê Aiyê e da Caderno 2 Produções, com patrocínio do Governo do Estado por meio da Bahiatursa.

 

SERVIÇO:

CURUZU AFROFUTURISTA

 

Mesa 1 – O Poder da Música

Dia: 08/04 (quinta-feira)

Horário: 20h

Convidados: Larissa Luz e Japa System

Mediador: Mario Pam

Onde: Canal do Ilê Aiyê no YouTube

 

 

Mesa 2 – Artes e Estéticas

Dia: 9/4 (sexta-feira)

Horário: 20h

Convidados: Diane Lima e Marcelo Lima

Mediador: Edgar Igor

Onde: Canal do Ilê Aiyê no YouTube

 

PARTICIPANTES:

LARISSA LUZ – Cantora, compositora, curadora, produtora, ativista, atriz e empresária, Larissa contabiliza 10 anos de carreira. Período este que serviu para que compreendesse que as possibilidades de expressão e existência são múltiplas e complexas. As mensagens podem chegar, por exemplo, pelos discos Mudança (2012), Território Conquistado (2016) e Trovão (2019. mas também pela maneira como atua ou como faz a curadoria de um festival.  Coube a ela, por exemplo, a curadoria da primeira edição brasileira do festival Afropunk (2020), um dos maiores eventos de cultura negra do mundo.

 

JAPA SYSTEM – O músico percussionista integra, desde 2013, a banda BaianaSystem, com a qual já participou de diversos festivais em países como Japão, Chile, Dinamarca, Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos, além do Lollapalooza e Rock in Rio no Brasil. Com a banda, ganhou, em 2017, o 28º Prêmio da Música Brasileira e, em 2019. o Latin Grammy. É criador da “Nave System”, setup musical criado que utiliza instrumentos eletrônicos e orgânicos para criação de possibilidades de comandos percussivos, que só seriam possíveis através de uma ampla quantidade de instrumentos

 

MARIO PAM – Professor de música e regente da banda do bloco Ilê Aiyê, Mário Pam desde a sua infância se encantou pela arte percussiva. Formado em Licenciatura em Música pela Universidade Católica do Salvador e mestrando na UFBA, hoje ministra aulas de percussão e palestra em Universidades, ONGs, escolas públicas e privadas, assim como para diversos grupos da Europa e Estados Unidos. Atualmente coordena a Associação Cultural Tambores do Mundo, que há treze anos reúne percussionistas de todo mundo para um intercâmbio musical e cultural em Salvador durante o Carnaval, além de promover ações sociais em comunidades de Salvador.

DIANE LIMA –Diane Lima é escritora, curadora independente e uma das principais vozes feministas negras na arte contemporânea brasileira. Vivendo entre São Paulo e Salvador, atualmente é co-curadora de Frestas – 3ª Trienal de Artes do SESC-SP e das exposições monográficas do artista Paulo Nazareth, na Pivô em São Paulo, e de Stella do Patrocínio no Museu Bispo do Rosário no Rio de Janeiro. Seus textos, tanto críticos quanto autobiográficos, documentam a história de uma estética radical negra contemporânea a partir de uma prática curatorial em perspectiva decolonial e feminista negra nas Américas.

MARCELO LIMA – Roteirista de audiovisual e HQs, Marcelo é Doutor em Comunicação pela UFBa, com pesquisa sobre Dramaturgia de Séries Animadas Serializadas. É professor de roteiro na Estação do Drama (UFBa), narrAtiVas (Benditas) e na Pequena Oficina de Dramaturgia (Funceb/Calendário das Artes). Escreveu a série animada Auts (PlayKids/TVE/TV Cultura); cocriou a série animada Pequenos Narradores, em finalização para a TV Aratu; e é cocriador da série animada Galera da Praia (Griot Filmes/Projeto Tamar), entre muitas outras produções No âmbito acadêmico participa das pesquisas “História da Animação na Bahia” e “Vários Mundos, Uma Bahia – um estudo sobre a construção de Mundos Ficcionais nas Séries Baianas”.

EDGAR IGOR – Edgar Santos é diretor de arte há quase 20 anos, colecionador de quadrinhos, podcaster e produtor de conteúdo. Seus trabalhos carregam referências da cultura pop como o cinema, games e claro, HQs. Sempre inquieto, além de trabalhar criando para empresas nacionais, foi professor universitário e hoje está à frente de uma produtora de podcasts chamada Omiró”.

Larissa Luz por Caio Lírio

Val Benvindo, Mariana Jaspe e Dan Ferreira com o Ilê Aiyê

A Casa Mar, um projeto da MAP Brasil, é um espaço de pluralidade, conexão, protagonismo negro e LGBTQI+ que chega a Salvador, a partir deste mês de fevereiro, e traz o conceito de hub de cultura, influência e tecnologias criativas para um casarão que fica localizado no tradicional Largo de Santana, no bairro do Rio Vermelho.

O lançamento será com o Circuito MAR, que conta com apresentação de Val Benvindo, direção de Mariana Jaspe, Dan Ferreira e uma programação diversa e que traz artistas já conhecidos do público baiano para apresentações únicas no Carnaval.

Com o cancelamento da folia por conta da pandemia de Covid-19, o Circuito MAR promete manter a alegria do público que poderá curtir de casa. Além de ser um suporte para artistas e profissionais do carnaval que estão impossibilitados de exercer suas atividades no momento.

Os shows estarão disponíveis no canal da Casa MAR no YouTube, no sábado (13) e domingo (14) – final de semana oficinal da folia.

O Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, conhecido por sua tradicional saída no sábado de Carnaval, será a primeira atração do Circuito Mar e não deixará o dia tão importante passar em branco. A BATEKOO, movimento cultural de afirmação da negritude através da música, da dança e moda, fará uma participação no show, que traz sucessos já conhecidos do público.

“Ficamos muito felizes com o convite, principalmente por esta ser a nossa única apresentação durante esse carnaval tão diferente”, afirma Iracema Killiane, vocalista do bloco.

Já no domingo, dia do tapete branco passar pela Avenida, o Circuito Mar receberá os Filhos de Ghandy, com repertório que mescla cânticos de candomblé e clássicos da MPB. Logo depois é a vez do cantor e compositor Gerônimo convidar um dos grandes nomes da nova geração da música baiana, a cantora Nara Couto, fechando a grade de atrações.

“Não vamos desistir nunca, a cultura do Brasil é o nosso carnaval”, afirma o compositor de “É D’Oxum”.

O Circuito Mar vai ainda promover a única ação de sustentabilidade e inclusão socioeconômica para cooperativas de reciclagem neste período, através da realização de um circuito para coleta de embalagens em locais de grande geração, como bares e restaurantes.

“A ação dá continuidade ao trabalho que realizamos junto com a MAP, One Stop e as cooperativas no carnaval 2020, quando coletamos 162 toneladas de materiais recicláveis e promovemos a geração de R$ 1 milhão em renda”, explica Saville Alves, sócia da SOLOS, co-realizadora da iniciativa sustentável.

O projeto vai também doar resíduos têxteis para que costureiras, que chegam a ter 30% da renda familiar anual dependente do trabalho no carnaval, confeccionem bonecas, que serão entregues a crianças de creches e comunidades de Salvador.

SERVIÇO
O quê: Circuito MAR
Quando: 13 de fevereiro, às 21h – Ilê Aiyê recebe BATEKOO
14 de fevereiro, às 13h – Filhos de Gandhy
14 de fevereiro, às 19h – Gerônimo recebe Nara Couto

Onde: Canal da Casa MAR no YouTube

Uma foto cheia de cumplicidade, harmonia e muito amor. Captada por Caio Lirio, um encontro de pele e alma, Larissa Luz e Fabrício Boliveira – ator convidado- se entregam em nova produção musical da artista em “ Não tenha medo de mim”.

Composição que surgiu no isolamento da quarentena, momentos de questionamentos mil e inspiração. Luz de expressão e renascimento.

“Falar do nosso profundo é se despir sem pudor! Quantas vezes eu ouvi na construção de relacionamentos:”você é foda, mas …”Trazer a nossa percepção sobre o afeto , contar sobre o amor em meio ao caos, é um desafio necessário! Abrir espaço para diálogos! Para abraços… para o acolhimento, confiança e construção !” escreveu Lari no insta.

O clipe gravado em locações no Comércio  e no Santo Antônio Além do Carmo em Salvador, contou com uma equipe preta de responsa.

Na direção Edvaldo Raw, figurino de Marie Silva, cabelo Edemilson Andrade, Maquiagem de Hávata Serena, Jack Elesbão na direção de movimento para o clipe que lança nessa quinta, dia 17 em todas as plataformas digitais.

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Arte de Tami Martins e Duardo para apresentar o novo single de Larissa Luz, disponibilizado nessa segunda, dia 07 nas plataformas digitais.

“Dance com a sua sombra” é uma composição de Lari que brotou na quarentena, tendo a mesma assinado produção musical, roteiro e direção ao lado de Rodrigo Dolores que ficou também responsável pela direção de fotografia, montagem e edição.

Com produção de Bruna Palma e Zeca Mca, fotos de Roncca, o clipe vertical é uma produção específica para o INSTAGRAM..

Aproveite para conferir o vídeo da participação de Larissa e Carlinhos Brown na edição do Afropunk 2020.

News no @larissaluzeluz.

 

Larissa Luz postou no Instagram avisando que amanhã , dia 02 de outubro a partir das 20h tem show imperdível no YouTube.

A preta estará acompanhada da lenda vida da música brasileira, o cantor Gilberto Gil cantando o amor.

Projeto que conta com o apoio da Devassa que já proporcionou encontros sensacionais do cantor com a banda BaianaSystem e tantos outros outros que movimentaram a cena musical em tempos de isolamento social.

Confira tudo no canal de Gil no YouTube.


SA Agência Digital