sábado, 18 maio 2024
O Pente - Sampa
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DaGanja

Foto de Alan dos Santos

Com diversas participações, DaGanja apresenta o show de seu quarto disco de carreira

Um dos artistas mais destacados do cenário baiano de hip-hop, DaGanja trará ao Pelourinho a experiência completa do seu novo disco. Há mais de 20 anos em uma caminhada ininterrupta dentro do cenário da música rap em Salvador, já tendo se apresentado em outras praças como São Paulo, onde foi pioneiro a levar a música rap feita na Bahia, DaGanja traz um show completo do seu último disco, no dia 16 de junho, às 19h, no Largo Tereza Batista, com entrada gratuita.

Com “Um Quarto do Mundo” DaGanja condensou diversas sonoridades do trap ao drill, dialogando com toda a construção que sua arte adquiriu ao longo de um trajeto de mais de duas décadas. Em seu quarto disco o artista trouxe participações de grandes nomes como Pumpkilla e Max BO, nomes nacionalmente reconhecidos. Além disso, também apresentou parcerias com amigos de longa caminhada como Ravi Lobo e Blequimobiu. Junto a esses nomes temos novas parcerias, como é o caso de Marcola Bituca e o jovem ÉL MK.

Todos esses nomes estarão no dia 16 de junho no Pelourinho com projeções de VJ Gabiru, discotecagens dos grandes DJ’s Leandro Vitrola e KBCA. Juntando-se a esse time teremos também as participações de Makonnen Tafari e Vandal em uma noite histórica para o rap baiano. E certamente disso o Mc DaGanja entende e sabe bem como fazer, uma noite de celebração do que melhor temos a oferecer quando se trata de rap na Bahia.

O disco Um Quarto do Mundo que teve ampla aceitação por parte de crítica e público e que vem coroando uma carreira brilhante do artista baiano, vai ter uma festa a altura com todos os artistas que participaram do disco e mais convidados. Tudo isso na faixa, o evento é gratuito e conta com a presença de todos!

SERVIÇO:

DaGanja – Um Quarto do Mundo

Quando: 16 de junho de 2023 (sexta-feira), 19h

Onde: Largo Tereza Batista – Pelourinho

Entrada gratuita

Foto de Alan dos Santos

Novo disco do MC baiano sai hoje em todas as plataformas de música e apresenta uma síntese bastante atual de diversas vertentes trabalhadas pelo artista ao longo de sua carreira, porém atualizadas com novas sonoridades

Lançando o seu quarto disco solo, Um Quarto do Mundo (2023) é um trabalho onde o MC baiano Daganja consegue modelar com maestria sua história, seu estilo, atualizando-o de modo a permanecer relevante dentro do panorama atual. Neste novo disco, fruto da forte sinestesia com o produtor, multi-instrumentista, arranjador e beatmaker Marcelo Santana, suas ambições cresceram. Inicialmente o projeto seria um EP, no entanto, com o passar das produções e na medida que sua gana foi crescendo, o trampo se transformou em um disco.

Contando com grandes participações de parceiros que remontam a sua trajetória na música rap, temos o quarto álbum de um mundo repleto de groove e ideias retas, de uma variedade de flows e swingue típica e originalmente baianos. A produção e os beatmakers que compõem o projeto entregaram a Daganja um material muito rico e em sua mão essa pedra bruta foi lapidada para a confecção de uma nova obra que consegue encontrar o meio termo entre uma pegada pop rueira de apelo político e afetivo que não é mero mais do mesmo.

Temos assim, um disco – Um Quarto do Mundo – de um Daganja que reuniu as referências e as vertentes presentes nos seus três primeiros discos: Entre Versos e Prosas (2008), Tá no Ar (2013) e Bonde 36 (2017), mesclando aspectos ressaltados em cada um deles. Podemos encontrar aqui, a pegada de crítica social presente fortemente em sua estreia, associada a diversidade musical de seu segundo play e ao mesmo tempo conseguindo incluir a potência de músicas com forte apelo para a pista, como no seu último disco.

A produção e direção musical de Marcelo Santana (Aquahertz Produções) foi importantíssima, pois junto a Daganja e com dois beats, um do Raonir Braz e outro do Raffa Munhoz ajudou a construir uma obra muito sólida. Iluminando com a autenticidade musical o estilo que o MC DaGanja construiu ao longo de mais de duas décadas e meia de trabalhos no rap baiano. Composto por 12 faixas, com 10 músicas e dois interlúdios, o seu novo disco apresenta um artista de 42 anos que não para de se reinventar dentro do cenário do rap independente.

Não apostando em um único nicho estético, o disco novo de Daganja aposta em temáticas que dialogam e se complementam ao longo do disco, passeando por diversas sonoridades. E isso é construído e funciona em blocos, onde ritmos diversos são mesclados ou repetidos para transmitir certas sensações em momentos específicos do disco e suas ideias poéticas. Um nome que merece destaque, mas que fica nos bastidores é o de Jorginho Barbosa, compositor e parceiro de DaGanja, percussionista do Psirico e compositor de renome do pagodão baiano, que é o responsável pelas composições: “Vem Tranquilo” e “Tá Bagulho Loko”, junto a DaGanja, Pumpkilla e Max B.O, respectivamente.

O primeiro bloco de músicas, nos apresenta um Daganja se experimentando no drill e no pagodrill. O projeto já abre com “O Que eu Quiser” um feat com o seu parceiro da família UGangue: Ravi Lobo, em um drill nervoso onde a dupla rima sobre a força para seguir em frente em meio aos desafios. Já em “O Amor Primeiro”, o MC como o título já explana traz o motor daquilo que sempre lhe moveu na sua arte, o amor pela cultura Hip-Hop. Fazendo a ponte, o interlúdio traz um profundo e reflexivo texto na voz de Milton Gonçalves que tem o título: “Conhecemos o Enredo”. Fechando esse bloco, um beat de pagodrill cortesia de Raonir Braz, onde a denúncia das violências sociais e raciais é o tema principal, “Vai Subir” é um dos momentos mais fortes do disco!

Na sequência uma parceria que remonta ao começo da carreira de DaGanja no começo dos anos dois mil junto ao Mobbiu no clássico grupo Testemunhaz. “Praia e Maconha” nos traz uma imagem, retrato de um dia de amor no litoral regado a muita ganja, em ritmo de funk. Pumpkilla, uma das lendas do nosso dancehall nacional cola na 6º faixa: “Vem Tranquilo”, reflexão de malandro sobre a erva sagrada dos jamaicanos. Depois dessas duas faixas com uma pegada rítmica e temática mais para cima, somos levados a mais bloco onde os temas variam junto aos beats.

Em um interlúdio, o novato EL MK, artista oriundo do funk baiano do bairro de São Marcos, que foi apresentado a Daganja por um amigo, faz a sua apresentação ao público. E na sequência temos: “Só Fé” mais um beat do Marcelo Santana (Aquahertz Produções), onde a postura advinda da fé em uma força superior, serve a dupla para driblar no molejo do funk as armadilhas que a pista coloca na frente dos favelados. Em “A Música, A Chama” Daganja convida Marcola Bituca para um dos grandes feats do disco em um beat de trap mais cadenciado.

Fechando o disco, Daganja apresenta uma progressão que levará o disco a terminar em altíssimo astral partindo, partindo da ambiguidade da música “Tá Bagulho Loko” um Trap pagodão, onde a crítica social nos mostra as alegrias e tristezas da vida nas favelas e contando com a presença luxuosa do grande Max B.O. Dando sequência no disco temos o hit “Gueto”, faixa que foi o primeiro single lançado quando o artista ainda pensava em lançar um EP, a música em uma pegada mais festiva e rueira até o osso, faz um bonita elegia aos nossos guetos e recebeu um excelente vídeoclipe.

Encerrando o disco um Pagodão com toda cara de hit, “Até de Manhã (remix)” faixa já lançada anteriormente mas que é aqui adubada com força. O disco termina, para cima, cheio do swingue dentro de um estilo que DaGanja foi o primeiro MC a trabalhar como compositor, escrevendo músicas e cantando com nomes como Psirico e Igor Kannário. Ajudando assim na síntese entre o rap e o pagodão baiano, hoje tão festejado.

Um disco diverso, ritmicamente, poeticamente, com temas sérios e músicas para pista, em Um Quarto do Mundo (2023), Daganja segue seu estilo já consagrado e hoje com uma expertise que poucos artistas do rap nacional possuem.

DaGanja é um dos mais antigos no gênero, na Bahia, que continua em atividade, sempre produzindo músicas e videoclipes Foto @vandalize.ssa

“Só quem é gueto, sabe quem é gueto!”, esse é o refrão que inspira o nome da primeira faixa do novo EP do rapper baiano, DaGanja MC, lançada hoje, 26/05. O single ”GUETO” está  disponível em todas as  plataformas de streaming e chega acompanhado por um vídeoclipe cheio de verdades e cores, que mostra a realidade das ruas e os rolês pelos guetos e periferia de Salvador. O projeto é uma parceria com o produtor musical Marcelo Santana, do Aquahertz, com distribuição pelo selo Isé.

Gueto já está disponível em todas as plataformas digitais

O videoclipe foi gravado na comunidade da Pedra Furada, localizada na cidade baixa de Salvador, onde está concentrada a maioria da população preta da cidade. Essa é a marca desse músico, que contabiliza desde o início da sua carreira musical 3 discos e 15 videoclipes.

Já o EP é um compilado com seis faixas, pronto para ser lançado ainda esse ano. Nesse projeto, o rapper promete entregar toda sonoridade e experiência acumulada ao longo dos 20 anos de carreira.

DaGanja é um dos mais antigos no gênero, na Bahia, que continua em atividade, sempre produzindo músicas e videoclipes. É uma das vozes mais marcantes da cena soteropolitana, que segue o fluxo com versos positivos e escrachados que só ele possui.

 

GUETO

Single

Ouça aqui: https://links.altafonte.com/6zj4m9e

Videoclipe

Assista aqui: https://youtu.be/7JaOWaz675s

 

Ficha Técnica

Artista: DaGanja

Música: Gueto

Produção Musical: Aquahertz

Direção e fotografia : Rodrigo Chagas

Edição e cor: Rudy Ally

Produção: Samile Moura

Assistente de produção: Priscila Assemany

Contenção: Mano Link

Drone: Figueredo Drone

Stilling: Sista Katia

Foto still: Vandaliza.ssa

 

Teekay Omoyele, Nilce Ramos e DaGanja em cena foto Germano Estacio

A pista da Borracharia vai esquentar nessa quinta-feira, dia 10, com o lançamento do vídeo clipe Porradão do Baile, do rapper baiano DaGanja. Nessa noite de celebração, além do show de Daganja, o público vai curtir, a partir das 22h, as apresentações do DJ GuG, DJ Jarrão, Nova Era, Shoes Mc, Khrizz Santos e DJ Babi Colzatto.

A atriz Lis Luciddi e o DJ Sankofa, formam o casal principal do clipe e dividem cenas com o cantor Dão Black, Tati Santos e Luciana Gonzalez.

Lis Luciddi, Tati Santos e Luciana Gonzalez em ação. Foto Germano Estácio

Dirigido por Maurício Lopes Fontoura, da produtora Tempo Pra Tudo, com o apoio de Gabriel César e Sica Freitas, o clipe apresenta a música composta por DaGanja, Bráulio Passos e Dante (Oxidante). Porradão do Baile faz parte do álbum Bonde36, o terceiro da carreira do rapper.  A canção traz um ritmo quente e pulsante, e conta com a participação da cantora Nilce Ramos e do rapper nigeriano Teekay Omoyele.

Mauricio Fontoura, o nigeriano Teekay Omoyele e DaGanja por Germano Estacio

SERVIÇO

Festa de Lançamento do Clipe Porradão do Baile

Data: 10/08, às 22h

Local: Borracharia (Rio Vermelho)

Ingresso: R$ 10,00 (vendas no local)

 

Nova Era, grupo de Rap baiano. foto Rodrigo Chagas Daltro

Estamos Vivos é o nome do evento que reunirá gerações do Rap Nacional,  na próxima sexta, dia 12, a partir 20h, no Largo Tereza Batista, no Pelô. Na noite de festa, será gravado o episódio “Rap da Bahia”, que vai ao ar no programa de WEBTV, encabeçado pelo Dj paulista KL Jay.  Tudo isso contando com shows do grupo local NOVA ERA, que nasceu no subúrbio de Salvador, e segue em pleno desenvolvimento na cena,  do  KL Jay – integrante do Racionais Mc’s e considerado o maior DJ do gênero do país, do rapper cearense Don L, que vem fazendo muito barulho pelo Brasil e, de DaGanja, rapper atuante na cena baiana desde o final dos Anos 90,  idealizador dos projetos +Rap +Vida e Baile Black Burn.

A produção avisa que o primeiro lote dos ingressos antecipados já estão à venda no Sympla e na loja Mídia louca.

KL Jay (divulgação). No evento o DJ dos Racionais gravará episódio do seu programa de WEBTV “Estamos Vivos”

 

Rap Nova Era Foto Jardel Souza

Nova Era é um grupo de Rap oriundo do subúrbio da capital baiana, formado pelos MCs Moreno, Ravi Lobo, junto ao  Dj Kbça.  O Rap verdadeiro é a cara do Nova Era. Sem rótulos ou maquiagem, o grupo faz música que mostra a realidade das ruas, de forma direta e coerente, buscando propagar a mensagem do Hip Hop. Eles roubam a cena quando sobem ao palco, com postura e atitude de um rap gangueiro feito por quem conhece a vida dos guetos de Salvador.

 

 

 

 

 


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