sábado, 3 dezembro 2022
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Casa Rosa

Salvador recebe hoje, dia 13 de agosto, um sábado, uma edição especial do Baile Favellê. O evento, que acontece na Casa Rosa, no bairro do Rio Vermelho, a partir das 19h, é voltado para convidados da imprensa e do setor cultural e artístico da capital baiana, vai reunir 25 artistas que integram o selo Favellê Music, idealizado pelo multi- instrumentista Marivaldo dos Santos.

Marivaldo, que é nascido e criado na comunidade do Nordeste de Amaralina, em Salvador, explica que essa é a primeira edição do baile no Brasil. O evento já teve duas edições realizadas em Nova York, cidade onde o artista baiano reside há mais de 20 anos.

A primeira edição aconteceu em dezembro, no espaço Loft 51, e reuniu diversos artistas locais, contando inclusive com uma apresentação do Stomp, show internacionalmente conhecido, em cartaz desde o fim dos anos 1990 na Broadway e do qual Marivaldo faz parte. Já a segunda edição aconteceu no prestigiado Lincoln Center, no último dia 23 de julho.

A proposta agora é que os públicos baiano e brasileiro tenham a oportunidade de conhecer o Baile Favellê e os artistas que integram o novo selo. O Favellê Music se propõe a lançar profissionalmente no mercado artistas das favelas e de comunidades periféricas de todo o Brasil. O baile surge como um produto para que o público possa também conhecer o trabalho desses artistas.

O evento reúne música, dança, performance e tecnologia. Segundo Marivaldo, a edição especial do Baile Favellê em Salvador busca apresentar também o conceito do evento, de forma que possa ser realizado em outras cidades brasileiras.

Investimento

Marivaldo dos Santos sabe bem a importância em contar com um suporte para poder projetar uma carreira artística. “Saí de Salvador e fui tentar ganhar a vida como músico em Nova York. Deu certo, mas sei que não é toda história que acaba assim. É por isso que tento usar toda a experiência que acumulei ao longo desses anos para dar suporte aos nossos artistas das favelas e das periferias”, diz.

Nesse momento, ele também está em busca de patrocinadores para potencializar as ações da gravadora. “Estamos buscando diálogo com investidores que tenham interesse em vincular a marca ao Favellê Music e fortalecer esse movimento, que representa um novo portal para as favelas e periferias. Nossa empresa tem o intuito de revelar novos artistas e novos estilos musicais desses tantos talentos espalhados por nosso Brasil”.

Marivaldo espera que o investimento feito nos artistas possa retornar às respectivas comunidades, tanto do ponto de vista material, considerando o aspecto financeiro, quanto do ponto de vista cultural, social e pessoal, trabalhando autoestima dos moradores dessas localidades e contribuindo para desconstruir os preconceitos estabelecidos por grupos hegemônicos acerca das favelas e comunidades periféricas do país. “Acima de tudo, queremos mostrar que precisamos dar passos à frente sem nunca esquecer de onde viemos”, conclui.

A atuação do Favellê Music junto aos 25 artistas é contínua. Os trabalhos de cada um serão lançados ao mercado ainda ao longo de 2022 e 2023. O objetivo de Marivaldo dos Santos é também, a cada ano, agregar novos talentos ao selo.

Cortejo Afro / Pérolas Mistas

A Casa Rosa leva o clima dos ensaios de verão para o Rio Vermelho com o projeto Cortejo Afro na Casa Rosa, que acontecerá todas as sextas-feiras, de 20 de maio a 17 de junho, às 21h.

Os shows ocorrerão no Pátio Viração, onde o público sentirá a batida percussiva da Banda Cortejo Afro recebendo a brisa do mar do Rio Vermelho.

Os comes e bebes ficam por conta do Puxadinho Larribar.Os ingressos custarão R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia-entrada), os interessados e interessadas podem adquirir pelo Sympla ou na bilheteira da Casa Rosa (Praça Colombo, 106 – Rio Vermelho)

A Banda Cortejo Afro traz uma batida percussiva com uma mistura de ritmos africanos mesclados às batidas eletrônicas e ao pop, intitulada de “revolução musical afro-baiana”.

Criada em 02 de julho de 1998, na comunidade de Pirajá a banda surgiu sob a inspiração e orientação espiritual da Yalorixá Anizia da Rocha Pitta, Mãe Santinha, atestando toda a sua identidade, autenticidade e força.

O público encontrará a programação da Casa Rosa em suas redes sociais (@casarosasalvador https://m.facebook.com/CasaRosaSSA/) e no site. Além disso, está disponível no canal Youtube os projetos realizados durante a pandemia, como: Sarau da Casa Rosa, Exposição Benção, Exposição Cartas D’Água e Resenhando na Casa Rosa.

Situada em uma casa construída na primeira metade do Séc. XX, a Casa Rosa foi idealizada e viabilizada pela Associação Viração como um espaço para estimular livre criação e produção cultural, que proporciona ambientes adaptados para receber a diversidade artística-cultural da cidade: Teatro Cambará, Pátio Viração, Galeria-Foyer, Sala Rosa e Café-Bar.

Serviço:
Cortejo Afro na Casa Rosa
Endereço: Praça Colombo, 106 – Rio Vermelho
Data: De 20 de maio a 17 de junho, sextas-feiras, às 21h.
Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia-entrada)
Vendas – https://www.sympla.com.br/cortejo-afro-na-casa-rosa__1581059

Obrigatório apresentar o comprovante de vacinação

Cortejo Afro – Às margens da Bacia do Cobre, no Parque São Bartolomeu, em Salvador-BA, nasce a Entidade Cultural Cortejo Afro, em 2 de julho de 1998. Sua origem dentro dos limites de um terreiro de candomblé, o Ilê Axé Oyá, sob a inspiração e orientação espiritual da Yalorixá Anizia da Rocha Pitta, Mãe Santinha, atesta toda a sua identidade, autenticidade e força. A banda e o bloco foram idealizados pelo artista plástico Alberto Pitta que, há mais de 40 anos, desenvolve trabalhos ligados à estética e cultura africana. A entidade, envolvida com esta proposta, desenvolve trabalhos sociais junto à sua comunidade durante o ano inteiro.

Fechado há quase dois anos, o Larribar ainda desperta emoções dos clientes, que poderão matar um pouco da saudade nesta quinta-feira, 13 de janeiro, a partir das 21h, dentro do projeto da Casa Rosa, na Praça Colombo, 106, no Rio Vermelho. O casarão histórico foi restaurado pelos arquitetos Rose Lima e Fritz Zehnle e transformado em um belo espaço cultural, que, além de apresentações musicais e artísticas, contará com o “Puxadinho do Larribar”.

No local, uma série de atividades no Pátio Viração, espaço aberto e colado ao mar, tomarão conta da programação e a gastronomia será uma delas. “A gente quer que as pessoas se sintam como numa festa de largo, provando delícias que remetem a essa experiência, como sarapatel, buraco quente, feijoada…”, antecipa a chef Rosa Guerra, à frente da cozinha do Grupo Sou Larri, que responde pelos disputados Larriquerri e Larribistrô.

O público poderá relembrar alguns sabores do Larribar, enquanto ele não reabre. “Teremos uma carta reduzida e adaptada à realidade do local, mas suficiente para brindar e relembrar bons momentos vividos no nosso espaço do Garcia”, promete Rosa. A ideia é que, após o show de Mateus Aleluia, na abertura do projeto, ele retorne em fevereiro com o resto da programação.


SA Agência Digital