quarta-feira, 10 agosto 2022
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Carybe

Quase uma galeria de arte, o Refúgio Itacaré, espaço da designer de interiores Nathália Velame na Casas Conceito, tem se destacado entre os visitantes. Com a consultoria de Rita Câmara, a decoração interna do espaço conta com obras que trazem técnicas variadas, como a tapeçaria dos anos 50 de Genaro de Carvalho, acervo de Caloula; uma tela turquesa de Iury Sarmento, e as esculturas, uma geométrica vermelha de Emanoel Araújo e outra de mesa, de ninguém menos que do saudoso Carybé. A mostra fica em cartaz até o dia 29 de setembro, na Bahia Marina. Vale a visita!

O Compadre de Ogum por Carybé

Zeca Fernandes Galeria, realizará próxima terça-feira(25), a partir das 21 horas, no Hotel Mercure, Rio Vermelho, em Salvador, mais uma edição do disputado Leilão de Arte. São pinturas em nanquim e gravuras do argentino, de alma baiana, Carybé, as flores coloridas de Fátima Tosca, gravuras PA de Salvador Dalí, As cidades de Veneza e Amsterdam sob a ótica da litografias de Jenner, a Salvador de Genaro de Carvalho, um retrato mega disputado de Pancetti, os celebres Sante Scaldaferri, Sérgio Telles,Hansen Bahia,  Pancetti, Floriano Teixeira, Calasans Neto, Mario Cravo Jr. e os contemporâneos Guel, Bel Borba e Leonel Matos, entre outros grandes artistas.

Todo o catálogo das obras com fotos e valores de lance do Leilão, podem ser conferidos direto no site da galeria www.zecafernandes.com . Lembrando que entrada franca.

jhumk
Carybé ” S/Título” 45 x 37cm
Jenner “Cambiteiros” 50x60cm Ex-coleção Carybé
Sem título
Salvador Dalí Gravura 40x30cm

 

Carybé

A Caixa Cultural em Salvador abriga duas mostras paralelas e inéditas com a arte do argentino-baiano Carybé. Com entrada franca, as exposições reúnem, em separado, gravuras que contam a história da formação do povo brasileiro e outras que registram tradições do candomblé.

Batizadas de Aquarelas do Descobrimento e As Cores do Sagrado, as duas exposições reúnem ao todo cem obras do renomado artista plástico, conhecido por adotar a Bahia como principal fonte de inspiração.

As mostras relembram a história do descobrimento do Brasil e as tradições do culto aos deuses africanos no candomblé da Bahia, sempre com a característica e o diferencial dos traços leves, coloridos e minuciosos de Carybé. A curadoria é de Solange Bernabó, filha do artista.

 

As Cores do Sagrado(Galeria Mirante) , Carybé apresenta um registro único dos rituais e cultos aos deuses africanos no candomblé na Bahia.  As 50 obras selecionadas foram reunidas originalmente no livro Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia, lançado em 1980. Composta por 128 aquarelas de Carybé, com introdução do escritor Jorge Amado e textos antropológicos do fotógrafo e etnólogo Pierre Verger e do historiador Waldeloir Rego, a publicação representa uma recriação da participação do elemento negro na cultura baiana ao passo que preserva a memória histórica do Brasil, por ter sido a Bahia a primeira porta de entrada da miscigenação no país. Esgotado desde a última edição, atualmente o livro é encontrado apenas nas mãos de colecionadores. As imagens foram produzidas ao longo de 40 anos de pesquisas, entre 1940 e 1980, e são registros de vivências pessoais do artista nos terreiros que frequentava. As casas estão entre as mais tradicionais da religiosidade de matriz africana, na tradição nagô, jeje e angola.

Uma vez que não é permitido filmar ou fotografar cerimônias do candomblé, a memória fotográfica de Carybé foi o seu principal recurso para retratar com exatidão e riqueza de detalhes as práticas, desde os ritos de iniciação, passando pelas festas e incorporação dos orixás, até os rituais fúnebres, em uma sequência didática dos cultos envolvidos..

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Carybé
Carybé

Na Mostra Aquarelas do Descobrimento(Galeria Arcos), Carybé apresenta através das cores vivas e traços leves,  momentos marcantes da narrativa portuguesa sobre o Brasil: a navegação da esquadra; o avistar das terras; o primeiro contato entre portugueses e índios; a troca de culturas; a primeira missa; o pau-brasil. Cenas dos primeiros encontros que, mais tarde, com a contribuição igualmente fundamental dos africanos, daria origem ao povo brasileiro.

O registro mais antigo sobre a existência do Brasil, a Carta de Pero Vaz de Caminha, ganhou versão em aquarelas assinadas por Carybé. A ilustração compõe a obra Carta a El Rey Dom Manuel, uma releitura do documento histórico idealizada pelo escritor Rubem Braga e publicada em 1981. Assim nasceram as 50 obras que integram a exposição Aquarelas do Descobrimento.

SERVIÇO

O QUE: Aquarelas do Descobrimento e As Cores do Sagrado – Carybé

ONDE: Caixa Cultural, Carlos Gomes, Centro – Salvador

Data: 08/04/2015 a 17/05/2015

Horário: das 09h às 18h

Entrada: de terça a domingo

Valor do Ingresso: Entrada franca


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