sábado, 13 julho 2024
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Avenida Contorno

Novos horários de funcionamento e novas opções no cardápio da vila gastronômica da Casa Cloc Foto Elias Dantas

Com o retorno escalonado das atividades econômicas em Salvador, os empresários Ricardo e Rafael Cal, sócios da Oquei Empreendimento, reabriram, na tarde de ontem, a Vila do Bem – projeto gastronômico que marca a comemoração dos 15 anos da empresa de eventos. O espaço, montado na Casa Cloc, situada na encosta da Avenida Contorno, possui dois ambientes, um ao ar livre e outro coberto, e funcionará nas quartas e quintas, a partir das 16h e sexta, sábado e domingo a partir do meio-dia. Uma oportunidade para o cliente curtir, com conforto e segurança, o pôr do sol com vista para a Baía de Todos os Santos e o menu diversificado, elaborado por Mirella Ferreira. Dentre as opções do cardápio, iguarias da culinária baiana e mexicana, e mais, feijoada, pastel gourmet, lambreta e caldos.

A Vila do Bem segue à risca o novo protocolo de segurança Foto Elias Dantas

Seguindo à risca o novo protocolo de segurança, o objetivo dos gestores da Vila do Bem é proporcionar uma experiência segura e prazerosa para todos.  Dentre as exigências: não é permitido entrar no local sem máscara e nem levantar das mesas para circular no espaço sem as mesmas; todos que chegam à vila têm suas temperaturas aferidas; dispensers de álcool gel estão disponíveis em todos os ambientes de uso coletivo.

A abertura da mostra “Pássaros”  do artista visual Denissena, será aberta nessa quinta[06] na Galeria 3 do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Avenida Contorno em Salvador.

Estreando seu primeiro trabalho individual expondo no MAM-BA, o artista apresenta o seu  poeticamente em 17 produções divididas entre esculturas em ferro, arte digital, graffiti, vídeo e performance.

“Para mim sempre foi um sonho estar no MAM-BA. Como não tenho ligação com um suporte específico, utilizo tudo que posso para me expressar. Qualquer coisa pode se transformar em arte”, contou Denissena.

O artista busca expressar através das linguagens visuais a ideia da liberdade artística e questões de preservação ao meio ambiente. “Quero mostrar que nós todos somos pássaros livres. Menciono a questão ambiental, pois minha relação com a natureza vem desde a infância”, relata Denissena.

A exposição tem por objetivo criar um diálogo entre a arte e o público, buscando atrair para a visitação não só pessoas que já frequentam o museu, mas àqueles que não o conhecem. Para o artista, que também é arte-educador, o analfabetismo visual ainda é muito frequente, e ele pretende contribuir para que isso diminua.

“Além de sentir, quero que as pessoas exercitem a leitura. Acredito na arte e na educação como agentes transformadores. É por este motivo que quero convidar o público que não costuma frequentar as galerias, para que eles criem esse hábito de visitar os museus”, conclui.

Sobre o artista

Autodidata, o baiano Denissena construiu sua história no cenário das artes visuais na Bahia. A partir de 1996, começou a se dedicar às artes plásticas, totalizando 21 anos de carreira. Atualmente cursa pedagogia na Unifacs. Sua relação com a arte e com a vida é maquínica. Não por acaso se autodenomina Operário Cultural, operar a arte e pela arte. Junto com sua produção artística, ele desenvolve um intenso trabalho social. Político, inspira jovens a aceitarem o poder da arte em suas vidas, e os capacita especialmente através da arte graffiti, para se tornarem agentes multiplicadores.

 

Dos muitos trabalhos com jovens que realizou, destacam-se o Projeto Grafipaz, da Universidade do Estado da Bahia, o projeto Promovendo o Direito dos Jovens da UNICEF, além de realizar ações de arte-educação para a UNESCO e integrar a ONG Projeto Cidadão, no Cabula 1. No extenso currículo do artista constam passagens por Nova Iorque, em 2007, onde ficou por dois meses, realizando exposições e workshops em ONGS e universidades e por Angola, cidade que é referência cultural para ele, participou da II Trienal de Luanda em 2010.

Já teve suas obras expostas em Tókio, na Galeria Okioiei também em 2010, e em alguns dos mais importantes espaços culturais de Salvador, como Museu de Arte Moderna da Bahia, com a mostra Presente do Passado, o Museu Udo Knoff, com a mostra Agdás Urbanos, o Conjunto Cultural da Caixa com a mostra Denissena.GraffitiBahia. Realizou performances no Palacete das artes e Solar do Ferrão, além de muitas outras exposições individuais e coletivas.

No desejo de explorar outras linguagens, ilustrou o livro Histórias de Negro, do renomado historiador baiano Ubiratan Castro, trabalho realizado em 2010. Em 2011, realizou a exposição coletiva Sinais Urbanos, onde criou no Conjunto Cultural dos Correios uma sequência de obras em parceria com ex-educandos que tiveram suas vidas alteradas pela ação transformadora da arte.

Em janeiro de 2015, foi convidado através da ITCP – Incubadora tecnológicas de Cooperativas Populares, projeto da Universidade Federal do Paraná, onde realizou oficinas de arte contemporânea com jovens da ilha Superagui e um inusitado workshop de arte graffiti com os índios Guaranis – Povo Originários, localizados na região Guaraqueçaba-PR.

Mais informações pelo site www.denissena.com.

SERVIÇO

Exposição ‘Pássaros’ de Denissena
Quando: Abertura dia 6 de abril (quinta-feira)
Horário: 18h
Onde: Galeria 3 do MAM-BA
Entrada gratuita


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