sexta-feira, 7 outubro 2022
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Adriana Calcanhoto

Um dos maiores clássicos do Chiclete com Banana e do Carnaval da Bahia acaba de ganhar releitura moderna interpretada por Adriana Calcanhotto e Fran na produção de Ubunto. “Vumbora amar” chegas às plataformas digitais através do selo Xirê com distribuição da Believe.

A música composta por Carlinhos Brown e Alain Tavares há mais de trinta anos até hoje mexe com os corações saudosistas e faz tirar os pés de novos foliões do chão. A versão nova de Adriana e Fran é mais cadenciada e tomou formas de um ijexá eletrônico com beat malemolente.

“Vumbora amar” marca também o encontro de gerações. De um lado, um dos maiores nomes da história da música brasileira e de outro, um dos mais cultuados expoentes da cena contemporânea. Tudo isso regado com o suíngue de sotaque baiano de um dos produtores mais incensados do momento.

O violão de Cézar Mendes dá o tom inicial para o encontro das vozes de Illy e Adriana Calcanhotto na versão acústica de “O que me cabe”. O single chegou hoj, quinta-feira, 5 de agosto, através da parceria dos selos Alá e Xirê com distribuição da Altafonte e traz uma leitura intimista da faixa-título do terceiro álbum de estúdio da cantora baiana.

Produzida por Cézar e Marcelo Costa – que também traz a elegância da sua percussão para a gravação – “O que me cabe” ainda tem piano de Dadi Carvalho e baixo acústico de Gabriel Loddo.

Uma banda azeitada que serve de cama para o desfile das belas e profundas interpretações das cantoras. A capa do single, feita com arte de Fernanda Queiroz, faz alusão à do álbum “*A fábrica do poema”. Um visualizer, também assinado por Fernanda, acompanha o lançamento.

“Quando Adriana mandou a música tocada só no violão, me apaixonei de primeira. Decidi que seria o nome do disco e que iria gravar com ares de arrocha futurista para ter unidade com o resto das faixas, que serão solares”, revela Illy.

“Mesmo encantada pelo arranjo trazido por Guilherme Lirio, aquela gravação intimista com a voz de Adriana não saia da minha mente, por isso decidi convidá-la para essa espécie de faixa bônus do álbum”, justifica.

O convite foi aceito de bate-pronto por Adriana, que já havia adorado a gravação de “Pelos ares” feita por Illy para o disco “Nada ficou no lugar”, com nomes da nova cena interpretando suas canções.

“Uma maravilha isso tudo. Fiquei super feliz que esta música entrou e dá nome ao novo disco da Illy”, afirma.

Adriana lembra que compôs “O que me cabe” em Portugal, inspirada num encontro com o músico Gabriel Muzak. Surpresa em encontrá-lo num estúdio em terras lisboetas o indagou sobre o que fazia ali. “Ele me respondeu: ‘vim pra ver’ e achei aquela frase maravilhosa. Voltei para o hotel e passei os três dias seguintes criando uma canção em torno disso”, lembra a gaúcha.

Illy planeja lançar um single por mês até janeiro de 2022, quando apresentará o álbum completo com 13 faixas produzidas por diferentes nomes. Ana Frango Elétrico, Baco Exu do Blues, Gabriel Loddo, Iuri Rio Branco, Kassin, Marlon Sette, Moreno Veloso, Paulo Mutti e Pupillo compõem o resto do time.

 


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